O mundo globalizado exige novas alfabetizações. As crianças têm sido o foco da TV e propagandas. Elas ainda não se encontram preparadas para resistirem a tantas solicitações. Elas tudo querem comprar e ter. Como auxiliá-las não serem manipuladas? Por outro lado, os mesmos questionamentos podem ser feitos para a família. Ela consegue se organizar economicamente? Realiza orçamento e planejamento doméstico? Seus filhos participam desse processo? Estamos diante de novos desafios.
Seja bem vindo!
Seja bem vindo!
Garanto que vai gostar das informações sobre Educação Econômica e outras assuntos super atuais.
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Um abraço
Maria
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Viaje tranquilamente com as crianças nas férias
Algumas dicas para quem quer sair de férias com os filhos e gosta de evitar transtornos.
Viajar com os filhos sempre demanda mais tempo e trabalho porque é preciso verificar uma série de detalhes para garantir boas experiências e evitar surpresas desagradáveis.
Alguns deles são local acessível, disponibilidade para receber crianças, roteiro para os pequenos e serviços para que o casal também possa curtir um tempinho juntos, sem preocupações.
Abaixo listamos algumas dicas de como aproveitar ao máximo a viagem, com mais comodidade e garantindo o sucesso das férias e a tranquilidade com as crianças
1. Pesquise antes de fazer as reservas: Para viajar com seu filho pequeno, o ideal é que você faça uma boa pesquisa dos hotéis que oferecem berço/ cama extra sem custo adicional, que tem cozinha acessível para aquecer alimentos como leite, que possuem cardápio infantil ou horário flexível da cozinha e, ainda, ambiente adequado, com recreação, para receber as crianças. Para te ajudar com todos esses detalhes, você pode entrar em contato com o Serviço de Concierge que pode fazer essa pesquisa para você, indicar serviços e hotéis de qualidade, sempre prezando pelas necessidades e desejos da sua família.
2. Roteiro para os pequenos: Sair pela cidade de destino sem uma programação pré-definida pode estressar os pequenos. O Concierge também pode ajudar a escolher os melhores passeios: como por exemplo parques, espetáculos infantis, entre outros.
3. Contra imprevistos: Em viagem com crianças o ideal é fazer um seguro saúde, para ter tranquilidade para curtir a viagemcaso algum imprevisto aconteça. O seguro é importante principalmente se forem para um destino com clima muito diferente do que estão acostumadas. Porém, um seguro que cubra a família toda pode ter um valor alto, por isso, vale consultar quais deles você tem direito quando utiliza o cartão como forma de pagamento das passagens.
4. Um tempo para os dois: Você gostaria de planejar aquele jantar romântico com o seu marido, mas desistiu porque não tem com quem deixar as crianças? O Serviço de Concierge também indica agências babá para você curtir sua noite sem preocupações.
5. Para economizar: Viajar com toda família pode pesar no bolso no final do mês. Para não deixar de curtir suas férias, verifique os descontos em passagens aéreas para crianças, ou em reservas de hotéis, ou busque por pesquise por promoções de pacotes, procure por passagens em que é possível usar milhas, etc.
http://consumidormoderno.uol.com.br/na-pele-do-consumidor/viaje-tranquilamente-com-as-criancas-nas-ferias
sábado, 9 de junho de 2012
O Brechó das trocas: uniformes e livros, uma ideia inteligente.
No dia 26 de maio, participamos de uma feira litarária no Colégio Americana. Nesse dia, pudemos socializar com pais, alunos, professores e convidados um dos trabalhos que estamos desenvolvendo na escola: O Brechó das Trocas. Houve o desenvolvimento de uma situação pedagógica imperdível: crianças e pais puderam trocar livros e uniformes juntos. Tudo começou com a introdução do o brechó de troca de uniformes, introduzida na comunidade escolar no início do ano letivo. A ideia é simples. Incentivar pais e filhos a trocarem objetos, a reutilizarem e, perceberem que essa prática tem consequências diretas na formação das crianças, atinge positivamente o orçamento doméstico e o meio ambiente. Uniformes doados são guardados numa "mala" na qual os pais, principalmente as mães, recorrem quando querem trocar por outros uniformes com a numeração que procura para seu filho. Não há dinheiro na transação, somente a troca. No dia da feira, as crianças foram incentivadas a trocar livros. A atividade foi um sucesso!
As fotos a seguir mostram cenas do dia.
O nosso amigo "Esquilinho" conversou com as crianças explicando a importância das trocas de uniformes e livros.
Ele organizou os livros e uniformes de forma que todos tivessem fácil acesso.
Houve contação de história e com isso as crianças puderam perceber que os livros usados possuem muita mágica. Os pais gostaram muito e as crianças mais ainda.
Essa, dentre outras, é mais uma atividade de sucesso da Educação Econômica. Um dos nossos objetivos é apresentar modelos racionais de comportamento e práticas saudaveis de consumo.
Quem quiser ter mais informações é só entrar em contato.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Quando os adultos não sabem o que é infância
Gostaria e compartilhar com vocês um desabafo de uma amiga muito querida e que me autorizou a divulgar seu texto. Educadora competente,relatou, com muita sensibilidade a carência de conhecimento dos adultos, em especial, dos pais, sobre a infância.
"Almocei com umas amigas outro dia e saí meio em choque da reunião. A maioria das minhas amigas têm filhos e os cria de uma maneira bem comum: leva na escola, coloca para dormir, dá banho, prepara e dá o almoço e o jantar, cuida quando a criança está doente, entre outras coisas comuns a todas as mães e pais, certo? Errado. Muita gente por aí tem filho não sei para quê...
Tem gente que simplesmente não sabe ficar sozinha com a criança quando a babá folga no final de semana. Se não acha uma folguista... é um drama!! Como ela vai acordar tarde, sair pra almoçar em paz, como vai dormir depois do almoço, como vai sair a noite? E na hora de brincar então? O que fazer com o filho/filha? Melhor ligar pra alguém vir brincar, assim evita ter que entreter a criança! E se estiver chovendo então? Piorou! A mulherada preguiçosa enlouquece só de pensar nessa possibilidade.
Divido isso com vocês porque essa situação me preocupa. Vejo tanta gente querendo ter filho, se submetendo a tratamentos caríssimos e desgastantes e, de repente, me deparo com gente tão fria, tão estranha. Gente que tem filho para babá criar.
Algumas pessoas chegam ao extremo de contratar um serviço que funciona já durante a gravidez e que ajuda desde a montar o enxoval até realizar o desejo de uma grávida no meio da madrugada. É isso mesmo!! Li na coluna da Rosely Sayão na "Folha de S. Paulo" que eles vão buscar uma melancia com pasta de amendoim (se for o caso!!) para o paladar enlouquecido da gestante, no meio da madrugada, o serviço é 24 horas! Aí eu me pergunto: essa família não quer ter a experiência de fazer o enxoval do bebê? De viver essa fase maluca dos desejos? Quer tudo na mão? Qual é a graça?
Essas são as mesmas pessoas talvez que, quando a criança cresce, "terceirizam"essa criança. Falei de gente que deixa tudo por conta da babá e da folguista, mas muita gente se encosta também na mãe e na sogra. Tem compromisso no final de semana? As avós que segurem a barra. A maioria adora a tarefa mas, vamos combinar, não é obrigação delas! Elas também tem programas, muitas também querem sair, passear. Quem teve o filho que se responsabilize. Deixar de ser egoísta e de pensar só em si são as primeiras coisas que as pessoas que decidem ter filhos deveriam fazer.
Caso contrário, para que ter filhos?"
Acho que alguns adultos não conseguiram sair da fase do egocentrismo, ou seja, a fase na qual ele não consegue ver ao outro, as necessidades do outro, os anseios do outro." Será que precisamos fazer "curso para pais?"
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Grupo de Estudos de Educação Econômica
Gostaria de apresentar o grupo de estudos de Educação Econômica e teoria piagetiana do Laboratório de Psicologia Genética, Faculdade de Educação.
Na foto, da esquerda para a direita: Mara, Talita, So
nia Bessa, Denise, Maria Belintane, Jhéssica, Valéria Cantelli e Karine.
Nos reunimos mensalmente na UNICAMP. Quem quiser participar será bem vindo. É só entrar com contato!
terça-feira, 1 de maio de 2012
Quando a criança ocupa espaços que não são dela
Carla estava fazendo aniversário, 20 anos. E sua irmã, de 30 e o filho João de 3 anos foram comprar o presente para a querida tia. Na loja a mãe ficou com pena do filho João que não ia ganhar nenhum presente e, comprou um presente para que ele ficasse feliz! À noite, todos se reuniram na casa da aniversariante. Mas, João queria os todos presentes e os cumprimentos. Bem, é natural que a criança queira todas as atenções, ela está num período que chamamos de egocentrismo. No entanto, temos que estabelecer os limites! Limites temporais: saber esperar o seu aniversário; limites pessoais: ficar feliz com a felicidade dos outros. A criança precisa ser orientada para entender que existem diversos momentos na vida e que alguns são especiais para outras pessoas e não, especialmente, para ela. Comprar um presente para que a criança fique feliz não significa amor. Aliás, amar seu filho não basta! É preciso explicar os diferentes acontecimentos que o rodeiam, aceitar que ele gostaria que o aniversário fosse o dele, que seria delicioso ganhar muitos presentes e que vai ser muito legal esperar pelo seu dia. E agora, devemos comemorar e ficar muito alegres pois é o dia em que a "tia Carla" nasceu e que isso foi um presente para todos nós. Devemos ser resistentes para que as crianças cresçam adultos saudáveis e conscientes dos limites necessários para viver com outras pessoas.
As histórias postadas são relatos reais que pais, professores e amigos têm-me enviado. Se você tiver algo para contar, escreva.
sábado, 28 de abril de 2012
Você já ficou feliz por estar comprando?
1ª Historinha
Várias amigas foram a um passeio muito "especial" na rua 25 de março em São Paulo. Essa rua é conhecida pela variedade de produtos e preços baixos. Na volta, é lógico, todas estavam com várias sacolas, menos uma das garotas. A pergunta que lhe fizeram foi:
Ju, você está feliz? E a Ju responde - EU tô, por quê?!- Porque vc só está com uma sacolinha!!!!
O neuro-marketing tem investido em pesquisas muito minuciosas e técnicas sobre o funcionamento e reações do cérebro humano em situações de compras. Uma das informações que me chamou atenção foi o fato de que o prazer da compra dura alguns segundos. Tempo suficiente para pegar sua sacolinha e sair da loja. Então, quanto mais você compra, mais "possibilidade em ser feliz" você tem por poucos segundos.
A felicidade é um processo de construção. Não uma mercadoria exposta numa vitrine.
Pense nisso na sua próxima compra e reaja!
terça-feira, 24 de abril de 2012
As histórias de quem trabalhou o consumo na Páscoa - Parte B
Como interferir em opiniões que os pequenos apresentam e que nos deixam tão desconcentados? Em relação ao garotinho que só fica feliz se ganhar 10 ovos de Páscoa, podemos interferir nessa lógica consummista e questionar algumas coisas, como por exemplo:- Quando você brinca, vai passear, fica no colinho da mamãe, você não é feliz? A felicidade tem que ser pensada como algo contínuo, um processo permanente que faz parte de nossas vidas.
Outra história: A professora, diante da quantidade de ovos que as crianças ganharam, fala: Mas a gente precisa de todos esses ovos? O que vocês fazem com tudo isso? E as crianças respondem: - Quem come no fim é o meu pai e a minha mãe. - Fica no freezer. - Já até estragou. Mas, diz a professora, ninguém lembrou de doar algum ovo para uma pessoa ou criança? Vamos ver se vocês sabem a resposta? Realmente, nenhuma criança, ou família havia se lembrado de doar o excesso de ovos.
domingo, 22 de abril de 2012
As histórias de quem trabalhou o consumo na Páscoa - Parte A
Agradecemos, em primeiro lugar, a confiança dos professores e pais que aceitaram nossas sugestões e trabalharam com seus alunos e filhos ideias não consumistas.
Temos algumas histórinhas que ocorreram nesses momentos para contar.
10 para ser bem feliz!
1ª História
A professora está conversando com sua turminha de 4 anos. E pergunta:
- O que vocês preferem ganhar? Um ovo que só tenha chocolate ou um ovo que tenha brinquedo?
Uma garotinha responde: Brinquedo
A professora pergunta: Por quê?
Garotinha: Porque chocolate engorda.
2ª História
Para a mesma pergunta um garotinho responde:
- Eu quero brinquedo, mas eu só me contento quando chegar no 10!
A professora pergunta: - COmo assim?
E ele responde: Eu só fico feliz se eu tiver 10 ovos! E minha mãe dá os 10 para eu ficar bem feliz! E depois eu ganho da minha avó, da minha madrinha, da minha tia ...
Esses exemplos mostram que exatamente a influência do meio na educação das crianças e, mais ainda, ações de pais que reforçam comportamentos atrelados ao "ter" para ser feliz.
domingo, 1 de abril de 2012
E após a Páscoa, o que fazer?
Quem pensa que o trabalho sobre consumo acabou após a Páscoa está muito enganado. A partir de situações reais, conversas com pais e professores, apresentaremos em breve novas dicas.
Vocês vão adorar!
Quem tiver alguma história para contar, uma dúvida, uma alegria entre em contato conosco. Teremos prazer em conversar com vocês.
Vocês vão adorar!
Quem tiver alguma história para contar, uma dúvida, uma alegria entre em contato conosco. Teremos prazer em conversar com vocês.
terça-feira, 20 de março de 2012
Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores: Parte V
4º Pratique a consistência: seja firme em suas ações e deixe claro seus valores.
Ajudar seu filho a se tornar uma criança do bem e para o bem deve ser a prioridade. As boas ações devem ser valorizadas, pois geram uma sensação de satisfação e de felicidade necessária para a construção de valores.
Ajude as crianças a pensarem:
Como as crianças que não ganham os ovos se sentem?
Ou como é a vida de uma criança cujos pais não podem comprar os ovos de chocolate que elas desejam?
Converse sobre a possibilidade da doação de alguns dos ovos que receber. Escolham juntos uma instituição para entregar os ovos. Programe uma visita, fotografe o contato com as crianças, contem sobre essa iniciativa para os avós, tios e os incentivem a fazerem a mesma coisa. Divulguem suas boas ações.
Ah! Se ainda restar dúvida sobre se deve ou não ceder aos pedidos de consumo do seu filho...
Lembre-se que o excesso desses pedidos podem ser um alerta para o vazio afetivo que cresce na vida dele.
Lembre-se do que realmente eles precisam: uma boa saúde, educação, apoio, respeito, confiança, tempo de convivência com os pais e familiares.
Então, nessa Páscoa, comece a cultivar um tempo extra para ficar com os filhos. Plante a semente de uma vida com mais harmonia. A convivência familiar com as crianças sempre foi o maior de todos os presentes.
Feliz Páscoa! Feliz vida nova!
Maria Belintane e Valéria Cantelli
Ajudar seu filho a se tornar uma criança do bem e para o bem deve ser a prioridade. As boas ações devem ser valorizadas, pois geram uma sensação de satisfação e de felicidade necessária para a construção de valores.
Ajude as crianças a pensarem:
Como as crianças que não ganham os ovos se sentem?
Ou como é a vida de uma criança cujos pais não podem comprar os ovos de chocolate que elas desejam?
Converse sobre a possibilidade da doação de alguns dos ovos que receber. Escolham juntos uma instituição para entregar os ovos. Programe uma visita, fotografe o contato com as crianças, contem sobre essa iniciativa para os avós, tios e os incentivem a fazerem a mesma coisa. Divulguem suas boas ações.
Ah! Se ainda restar dúvida sobre se deve ou não ceder aos pedidos de consumo do seu filho...
Lembre-se que o excesso desses pedidos podem ser um alerta para o vazio afetivo que cresce na vida dele.
Lembre-se do que realmente eles precisam: uma boa saúde, educação, apoio, respeito, confiança, tempo de convivência com os pais e familiares.
Então, nessa Páscoa, comece a cultivar um tempo extra para ficar com os filhos. Plante a semente de uma vida com mais harmonia. A convivência familiar com as crianças sempre foi o maior de todos os presentes.
Feliz Páscoa! Feliz vida nova!
Maria Belintane e Valéria Cantelli
Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores - Parte IV
Depois diga: - “Hoje não viemos para comprar ovos, mas colocaremos esse ovo na sua lista de pedidos de Páscoa”.
Mas com isso não espere que as crianças concordem protamente e lhes dêem um largo sorriso e não fiquem desapontadas. A frustração faz parte do processo de crescimento, o que não significa comportamentos de desrespeito e má educação.
A escolha de qual ovo comprar também não é uma tarefa fácil. A variedade de oferta e os apelos publicitários fazem com que as crianças tenham dificuldade de escolher. As surpresinhas que acompanham os ovos fazem com que elas se concentrem mais no brinquedinho do que no chocolate propriamente. Então ensine a criança a escolher. As ajude a analisar os preços, a verificar a quantidade de chocolate, a pensar nos outros brinquedos do mesmo tipo que ela já tem, etc.
Mas com isso não espere que as crianças concordem protamente e lhes dêem um largo sorriso e não fiquem desapontadas. A frustração faz parte do processo de crescimento, o que não significa comportamentos de desrespeito e má educação.
A escolha de qual ovo comprar também não é uma tarefa fácil. A variedade de oferta e os apelos publicitários fazem com que as crianças tenham dificuldade de escolher. As surpresinhas que acompanham os ovos fazem com que elas se concentrem mais no brinquedinho do que no chocolate propriamente. Então ensine a criança a escolher. As ajude a analisar os preços, a verificar a quantidade de chocolate, a pensar nos outros brinquedos do mesmo tipo que ela já tem, etc.
Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores - Parte III
3º Concentre-se nas necessidades e não nas vontades das crianças: embora frequentemente nos deparemos com os constantes “eu quero”. O modo para lidar com esse comportamento de insaciedade é ensinar-lhes desde cedo a diferenciar necessidade de desejos. Isso é difícil e por um longo tempo somos nós pais e mães que precisamos auxiliar os filhos a diferenciarem o que eles precisam e o que eles querem.
O fato de a criança expressar um desejo não implica que os pais tenham que responder prontamente com um sim ou com um não.
O primeiro passo é deixar claro o que pode e vamos comprar.
Importante também é definir limites que mostrem quais são os valores cultivados pela família.
Essas atitudes ajudam a criança a organizar-se internamente para reconhecer os limites e compreender que não precisa comprar sempre o que ser quer.
Nessa situação, sugira que a criança olhe todos os ovos em exposição e escolha o da sua preferência.
O fato de a criança expressar um desejo não implica que os pais tenham que responder prontamente com um sim ou com um não.
O primeiro passo é deixar claro o que pode e vamos comprar.
Importante também é definir limites que mostrem quais são os valores cultivados pela família.
Essas atitudes ajudam a criança a organizar-se internamente para reconhecer os limites e compreender que não precisa comprar sempre o que ser quer.
Nessa situação, sugira que a criança olhe todos os ovos em exposição e escolha o da sua preferência.
Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores - Parte II
2º Reconheça a manipulação dos pequenos e não ceda: os pedidos de compras de ovos acompanham a montagem dos estandes dos supermercados e acontecem a todo o momento, com base nos mais variados argumentos: “Faz muito tempo que não como ovo de chocolate...; A mãe de fulano comprou...; Meu amigo já ganhou...; Você não me ama...”.
Esteja preparado para os choramingos, resmungos, chantagens, carinhas de tristeza e birras. Esse comportamento de insistência mostra a capacidade de persuasão do seu filho e é comumente usado para alargar os limites e para conferir a nossa consistência e coerência. Ou seja, ele quer saber se NÃO é NÃO!
Em vez de sermão, suborno ou ameaça ofereça orientação. Ensine a criança a esperar, a cultivar as tradições, a acompanhar no calendário quantos dias faltam para a Páscoa, converse sobre o sentido dessa data e a envolva na decoração da casa, na elaboração de cartões, enfeites. Essas são excelentes oportunidades para aprender a esperar pelos presentes, a encantar-se com a brincadeira de encontrar os ovos.
O ditado já dizia: O melhor da festa é esperar por ela.
Esteja preparado para os choramingos, resmungos, chantagens, carinhas de tristeza e birras. Esse comportamento de insistência mostra a capacidade de persuasão do seu filho e é comumente usado para alargar os limites e para conferir a nossa consistência e coerência. Ou seja, ele quer saber se NÃO é NÃO!
Em vez de sermão, suborno ou ameaça ofereça orientação. Ensine a criança a esperar, a cultivar as tradições, a acompanhar no calendário quantos dias faltam para a Páscoa, converse sobre o sentido dessa data e a envolva na decoração da casa, na elaboração de cartões, enfeites. Essas são excelentes oportunidades para aprender a esperar pelos presentes, a encantar-se com a brincadeira de encontrar os ovos.
O ditado já dizia: O melhor da festa é esperar por ela.
Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores - Parte I
Gostaríamos de partilhar algumas ideias que podem ser utilizadas tanto por pais, como por professores em seus projetos pedagógicos. Serão V partes muito interessantes. Esse material foi elaborado por Maria Belintane e Valéria Cantelli.
Discutir valores, estabelecer vínculos de confiança e atitudes sustentáveis são um dos maiores desafios que as famílias vêm enfrentando na formação dos filhos.
Um bom exercício para o desenvolvimento de um novo comportamento de consumo é a comemoração da Páscoa que se aproxima.
A Páscoa é comemorada de diferentes formas de acordo com cada credo e o ponto em comum é o sentido de renascer para uma vida melhor.
Portanto, as experiências e questionamentos sobre um modelo de consumo consciente podem e devem começar desde cedo junto com os pais.
Invista em ações saudáveis e saiba como minimizar o estresse das compras de Páscoa, educando para o consumo consciente.
Se você é um pai ou uma mãe que fica dividido entre fazer as vontades dos filhos e gastar um valor que, talvez, não seja conveniente para o orçamento, convidamos a refletir sobre alguns pontos.
ALGUMAS DICAS:
1º Saiba dizer “não”: não tenha medo de com isso não ser uma boa mãe ou um bom pai. Como pais, queremos que nossos filhos sejam felizes. Mas às vezes esse desejo entra em conflito com a necessidade de colocar limites. A felicidade também implica em saber lidar com os “nãos” da vida, isso faz parte do processo de formação. A possibilidade de um “não” saudável começa quando reconhecemos os sentimentos da criança que se encanta com tantas variedades de ovos de chocolate.
Nessa hora, não entre em combate com a criança. Procure se comunicar na linguagem dos pequenos, considerando seus desejos e sua vulnerabilidade diante da pressão para comprar que a mídia exerce. Mas deixe claro o limite. Você pode dizer:
- Já pensou se a gente morasse num castelo cujo teto fosse como esse? Cheio de ovos de Páscoa? Teríamos chocolate para comermos a vida toda. Mas, esse ano vamos comprar um só, o mais gostoso de todos.
Discutir valores, estabelecer vínculos de confiança e atitudes sustentáveis são um dos maiores desafios que as famílias vêm enfrentando na formação dos filhos.
Um bom exercício para o desenvolvimento de um novo comportamento de consumo é a comemoração da Páscoa que se aproxima.
A Páscoa é comemorada de diferentes formas de acordo com cada credo e o ponto em comum é o sentido de renascer para uma vida melhor.
Portanto, as experiências e questionamentos sobre um modelo de consumo consciente podem e devem começar desde cedo junto com os pais.
Invista em ações saudáveis e saiba como minimizar o estresse das compras de Páscoa, educando para o consumo consciente.
Se você é um pai ou uma mãe que fica dividido entre fazer as vontades dos filhos e gastar um valor que, talvez, não seja conveniente para o orçamento, convidamos a refletir sobre alguns pontos.
ALGUMAS DICAS:
1º Saiba dizer “não”: não tenha medo de com isso não ser uma boa mãe ou um bom pai. Como pais, queremos que nossos filhos sejam felizes. Mas às vezes esse desejo entra em conflito com a necessidade de colocar limites. A felicidade também implica em saber lidar com os “nãos” da vida, isso faz parte do processo de formação. A possibilidade de um “não” saudável começa quando reconhecemos os sentimentos da criança que se encanta com tantas variedades de ovos de chocolate.
Nessa hora, não entre em combate com a criança. Procure se comunicar na linguagem dos pequenos, considerando seus desejos e sua vulnerabilidade diante da pressão para comprar que a mídia exerce. Mas deixe claro o limite. Você pode dizer:
- Já pensou se a gente morasse num castelo cujo teto fosse como esse? Cheio de ovos de Páscoa? Teríamos chocolate para comermos a vida toda. Mas, esse ano vamos comprar um só, o mais gostoso de todos.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Convite para o grupo de estudos EDUCON - Educação Econômica
O Grupo de Educação Econômica, EDUCON, convida todos que possuem interesse em se aprofundar em temas como consumo, finanças, publicidade para crianças para a sua próxima reunião que será no dia 28/03, às 8:30, no Laboratório de Psicologia Genética, Faculdade de Educação, na UNICAMP.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
O balé das flores
Sempre acreditei que as flores se abrem como um beijo numa manhã fria e suave.
O florescer de cada pétala corresponde a um lindo passo de balé, um movimento pleno de delicadeza e sensatez. Apreciar as inúmeras acrobacias que a natureza permite que uma flor e sua fragilidade realizem para chegar ao ápice de sua cor, perfume e forma é reconhecer a existência do divino.
Espero que aprecie um balé tão lindo. É só clicar no título.
O florescer de cada pétala corresponde a um lindo passo de balé, um movimento pleno de delicadeza e sensatez. Apreciar as inúmeras acrobacias que a natureza permite que uma flor e sua fragilidade realizem para chegar ao ápice de sua cor, perfume e forma é reconhecer a existência do divino.
Espero que aprecie um balé tão lindo. É só clicar no título.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Depressão pós-férias
Depressão pós-férias existe. Procure identificar se o seu problema é passageiro ou precisa de cuidados especiais. De qualquer forma, as dicas podem auxiliar a evitar entrar em situações de stress e manter uma vida mais saudável.
Click no título e veja a reportagem toda.
Click no título e veja a reportagem toda.
sábado, 28 de janeiro de 2012
BOOK: nova ferramenta de trabalho
Esse vídeo super criativo, traz argumentos contemporâneos para uma ferramenta que jamais se desatualiza. BOOK é apresentado com bom humor, inteligência e ainda se mantém como precurssor de ideias, hoje e sempre.
Conheça a exposição da ANDA em prol dos pássaros
Com o tema:Passarinho na gaiola não canta, lamenta. A ANDA promove uma ação de combate à exploração de pássaros. A Exposição promovida reúne 64 artistas brasileiros e estrangeiros e é possível ver todas as obras no site.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
12 a 19 anos, que idade é essa? Alguém me ajude!
Pais, educadores e pessoas que convivem com jovens entre 12 a 19 anos, desejam compreender como eles pensam.
Bem, sinto muito dizer, mas nós nunca iremos penetrar no íntimo deles. E gostaria de dar uns palpitinhos.
O que os jovens pensam é fruto daquilo que proporcionamos em sua criação familiar e escolar, mais as coisas que conseguem compreender e elaborar sozinhos. Pensar, falar e agir são capacidades que lhes fazem aproximar da vida adulta e é o desejo da maioria deles. A capacidade de refletir e observar a incoerência, principalmente daqueles que lhes são muito próximos, ou seja, os pais e os professores, é um delicioso desafio que gostam de encarar para demonstrar que são capazes de pensar como adultos. A isso podemos dar o nome de exercício do crescer.
É aí que mora o perigo, pois crescer exige acompanhamento e não rompimento. Respirar fundo inúmeras vezes é o exercício que todos devemos fazer. A autoridade não se constrói com autoritarismo. Os limites são construídos pelos pais e se há dificuldade em ser coerente, é preciso rever as atitudes pois elas podem ser as desencadeadoras de conflitos.
Para aqueles que querem controlar os filhos, deixo a verdade nua e crua, em algum momento, a vida vai mostrar que isso não deu certo.
Na verdade, nossos jovens não precisam de controle, precisam de pais atentos a tudo o que fazem, o que comem, com quem saem, se estão trocando a cueca, se continuam escovando os dentes, ver as notas do colégio e da faculdade, saber no que estão gastando seu salário, sua mesada e por aí vai. Saber tudo isso requer sabedoria e convivência íntima no cotidiano, como jogar conversa fora, rever fotos antigas, ou ver as fotos novas que seu filho tirou, ouvir aquela música (que você não suporta) e pedir para ele te explicar a beleza desse universo. Tolerar, eis a palavra mágica e que precisa de auto-controle para ser exercida.
Os filhos são nossos a vida toda e o tipo de herança que vamos deixar é uma decisão pessoal e intransferível.
De qualquer forma, leiam a reportagem da Revista Cláudia (clicar no título) e vejam outras informações.
Bem, sinto muito dizer, mas nós nunca iremos penetrar no íntimo deles. E gostaria de dar uns palpitinhos.
O que os jovens pensam é fruto daquilo que proporcionamos em sua criação familiar e escolar, mais as coisas que conseguem compreender e elaborar sozinhos. Pensar, falar e agir são capacidades que lhes fazem aproximar da vida adulta e é o desejo da maioria deles. A capacidade de refletir e observar a incoerência, principalmente daqueles que lhes são muito próximos, ou seja, os pais e os professores, é um delicioso desafio que gostam de encarar para demonstrar que são capazes de pensar como adultos. A isso podemos dar o nome de exercício do crescer.
É aí que mora o perigo, pois crescer exige acompanhamento e não rompimento. Respirar fundo inúmeras vezes é o exercício que todos devemos fazer. A autoridade não se constrói com autoritarismo. Os limites são construídos pelos pais e se há dificuldade em ser coerente, é preciso rever as atitudes pois elas podem ser as desencadeadoras de conflitos.
Para aqueles que querem controlar os filhos, deixo a verdade nua e crua, em algum momento, a vida vai mostrar que isso não deu certo.
Na verdade, nossos jovens não precisam de controle, precisam de pais atentos a tudo o que fazem, o que comem, com quem saem, se estão trocando a cueca, se continuam escovando os dentes, ver as notas do colégio e da faculdade, saber no que estão gastando seu salário, sua mesada e por aí vai. Saber tudo isso requer sabedoria e convivência íntima no cotidiano, como jogar conversa fora, rever fotos antigas, ou ver as fotos novas que seu filho tirou, ouvir aquela música (que você não suporta) e pedir para ele te explicar a beleza desse universo. Tolerar, eis a palavra mágica e que precisa de auto-controle para ser exercida.
Os filhos são nossos a vida toda e o tipo de herança que vamos deixar é uma decisão pessoal e intransferível.
De qualquer forma, leiam a reportagem da Revista Cláudia (clicar no título) e vejam outras informações.
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