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Maria



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quarta-feira, 13 de março de 2013

Propaganda e a responsabilidade dos pais

Segue um texto bem humorado que nos chama atenção sobre nosso papel de pais/mães e a publicidade para crianças. Vale a pena lê-lo.
DESLIGA A TV E VAI COMER BRIOCHE!
http://infancialivredeconsumismo.com/index.php/desliga-a-tv-e-vai-comer-brioche/
 


Posted: 12 Mar 2013 04:00 AM PDT

Texto de Ana Júlia Portela*

Não entendo essas mães que reclamam da publicidade infantil. Criam fan page nas redes sociais, exigem leis que protejam a infância, cobram uma atitude do Conar e ficam enchendo o saco dos publicitários. Será que elas ainda não se deram conta de que há um caminho mais fácil? Até Maria Antonieta já sabia disso há duzentos e tantos anos.
 Não gostam, não usem. Acham a tarifa de luz cara? Peçam pra cancelar o serviço. O transporte público é ruim? Vão pro trabalho a pé. Estão cansadas de esperar na fila do SUS? Parem de adoecer. Maria Antonieta, minha querida, quanta sabedoria por debaixo do vosso régio topete!

Viram como é simples? Se desdenham do pão, comam brioche, suas reclamonas! Sempre há uma segunda opção.

“Então quer dizer que, se desligarmos a TV, a publicidade infantil vai parar de se aproveitar da ingenuidade das crianças?”

Sim, mas isso só se aplica às crianças cujos pais desligarem a TV.

“E as outras crianças? Que se danem?”

Mas que raio de mania é essa de se preocuparem com as outras crianças! Cuidem dos seus filhos, vão pra casa e façam ativismo de sofá, de preferência sem se levantar do sofá.

“Acontece que o marketing infantil não está só na TV. Está em quase tudo: internet, gibi, outdoor, panfletos. Tudo contaminado.”

Mas vocês têm opção: desliguem a internet, o outdoor, os gibis. E, sobretudo, desliguem a TV.

“Mas se todas as mães desligarem a TV, não vai ser ruim para os publicitários? As crianças não veriam mais a publicidade dirigida a elas…”

Exato. A publicidade infantil iria acabar, porque os anunciantes não teriam retorno.

“Então por que os publicitários nos mandam desligar a TV?”

Ei, você não levou a sério esse papo de comer brioche, levou?

*Ana Julia Portela é mãe, professora, violoncelista, estilista, pós-graduada em Psicomotricidade pela PUC-Minas e autora do blog Ensine seu filho.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A presença dos pais e entes queridos é um "bem" a ser dado para a criança

A companhia de pais e entes queridos é insubstituível para a criança! Não se menospreze, você é muito mais importante para seu filho do que presentes.
••••► www.mensagenslindas.com.br ◄•••••

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Quando os adultos não sabem o que é infância

Gostaria e compartilhar com vocês um desabafo de uma amiga muito querida e que me autorizou a divulgar seu texto. Educadora competente,relatou, com muita sensibilidade a carência de conhecimento dos adultos, em especial, dos pais, sobre a infância. "Almocei com umas amigas outro dia e saí meio em choque da reunião. A maioria das minhas amigas têm filhos e os cria de uma maneira bem comum: leva na escola, coloca para dormir, dá banho, prepara e dá o almoço e o jantar, cuida quando a criança está doente, entre outras coisas comuns a todas as mães e pais, certo? Errado. Muita gente por aí tem filho não sei para quê... Tem gente que simplesmente não sabe ficar sozinha com a criança quando a babá folga no final de semana. Se não acha uma folguista... é um drama!! Como ela vai acordar tarde, sair pra almoçar em paz, como vai dormir depois do almoço, como vai sair a noite? E na hora de brincar então? O que fazer com o filho/filha? Melhor ligar pra alguém vir brincar, assim evita ter que entreter a criança! E se estiver chovendo então? Piorou! A mulherada preguiçosa enlouquece só de pensar nessa possibilidade. Divido isso com vocês porque essa situação me preocupa. Vejo tanta gente querendo ter filho, se submetendo a tratamentos caríssimos e desgastantes e, de repente, me deparo com gente tão fria, tão estranha. Gente que tem filho para babá criar. Algumas pessoas chegam ao extremo de contratar um serviço que funciona já durante a gravidez e que ajuda desde a montar o enxoval até realizar o desejo de uma grávida no meio da madrugada. É isso mesmo!! Li na coluna da Rosely Sayão na "Folha de S. Paulo" que eles vão buscar uma melancia com pasta de amendoim (se for o caso!!) para o paladar enlouquecido da gestante, no meio da madrugada, o serviço é 24 horas! Aí eu me pergunto: essa família não quer ter a experiência de fazer o enxoval do bebê? De viver essa fase maluca dos desejos? Quer tudo na mão? Qual é a graça? Essas são as mesmas pessoas talvez que, quando a criança cresce, "terceirizam"essa criança. Falei de gente que deixa tudo por conta da babá e da folguista, mas muita gente se encosta também na mãe e na sogra. Tem compromisso no final de semana? As avós que segurem a barra. A maioria adora a tarefa mas, vamos combinar, não é obrigação delas! Elas também tem programas, muitas também querem sair, passear. Quem teve o filho que se responsabilize. Deixar de ser egoísta e de pensar só em si são as primeiras coisas que as pessoas que decidem ter filhos deveriam fazer. Caso contrário, para que ter filhos?" Acho que alguns adultos não conseguiram sair da fase do egocentrismo, ou seja, a fase na qual ele não consegue ver ao outro, as necessidades do outro, os anseios do outro." Será que precisamos fazer "curso para pais?"