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Maria



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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Felicidade a todo custo. Geração Y

Ultimamente eu ando soltando o verbo. Sabe quando você cansa de ver pais APAVORADOS porque seus lindos filhos não estão felizes o suficiente?! Ninguém é responsável pela felicidade de ninguém, somos responsáveis por fazermos o melhor de nós mesmos e sermos exemplos para os outros, inclusive nossos filhos. A "genialidade", "esperteza", "capacidade infinita de ser O BOM" é uma camada superficial de verniz com a qual muitos pais revestem seus filhos e, após algum tempo, os filhotes, expostos à intempéries da vida, ficam fragilizados e perdem o "brilho", tornando-se infelizes, incompetentes e impotentes para segurar a barra que é viver dia-a-dia e se estabilizar afetiva, emocional e financeiramente. O link abaixo é ótimo, demonstra a trajetória da  geração Y e sua dificuldade em ser feliz.
Ah, a receitinha básica para educar, na minha humilde opinião, continua a mesma: limites, conversa, frustração, carinho, conversa, compartilhamento ... coisas normais, que aprendi com minha mãe.
http://qga.com.br/comportamento/jovem/2013/09/porque-os-jovens-profissionais-da-geracao-y-estao-infelizes

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A disposição dos produtos no supermercado

Precisamos ficar atentos ao apelos do consumo, em especial, no supermercado. Quando entendemos o que fazem para nos estimular a comprar, conseguimos reagir com mais racionalidade. Acessem o link: http://humorista.blog.br/os-truques-que-ninguem-percebe-quando-vai-ao-supermercado-2/

quarta-feira, 27 de março de 2013

Consumo, solidariedade e Páscoa

O Centro Educacional Alcides de Paula Braga é uma escola pública municipal localizada na cidade de Monte Santo de Minas - MG. Lá, as ações para comemorar a Páscoa mobilizaram os alunos, professores, funcionários e pais para fazer o bem e refletir no concreto o significado da palavra "solidariedade".  A Diretora, profª Neuza Maria Rodrigues de Oliveira e a Coordenadora do Período Integral (Projeto "Espaço Integral"), profª Daniela Merxede incentivaram toda equipe a se mobilizar por uma Páscoa não consumista e solidária. O resultado não poderia ser outro, a equipe de professores da escola se desdobrou para que as crianças compreendessem além das palavras o que é  cidadania, ética, moral e incentivando os alunos a não serem consumistas.
A Coordenadora Daniela, explica que:
- Este ano nós enfatizamos a solidariedade, partilha, transformação, mudança e paz. As crianças fizeram doações de mantimentos para o Hospital do Câncer de Barretos. Aqui nós estamos educando as crianças para o não consumismo.

Páscoa 2013 - Solidariedade e Amizade
Viver a Páscoa é trabalhar no dia-a-dia para acabar com a fome, o desemprego, o analfabetismo, a violência
Nesta Páscoa participe deste gesto de solidariedade: doe copos descatáveis, papel higiênico, ou bolachas para o Hospital do Câncer de Barretos. Este é o nosso gesto concreto!
 
Parabéns a todos da escola! A comunidade deve sentir-se orgulhosa por tudo o que conseguiu concretizar.


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Crianças, adolescentes e consumo

Eu e minha amiga Sonia Bessa, tivemos o prazer de termos nossa pesquisa sobre adolescentes e a utilização do dinheiro no Congresso CTC 2012, que aconteceu na Itália nesse mês de dezembro.


Nele, tivemos o prazer de conhecer as italianas Ana Berti e Ana Bombi, que pesquisaram sobre como se desenvolvem as noção econômicas de crianças sob a perspectiva piagetiana.


As pesquisas sobre socialização econômica têm tomado uma dimensão muito interessante e alargam-se cada vez mais as fronteiras das temáticas que envolvem crianças, pré-adolescentes e adolescentes.
Abaixo, apresento o resumo da pesquisa.
Torna-se cada vez mais comum ver que crianças, pré-adolescente e adolescentes são tratados como clientes pelo mercado, isso se deve ao crescente empoderamento, tanto financeiro, pois eles possuem dinheiro para seus gastos, como de opinião, pois influenciam colegas e a família nas compras. A pesquisa apresentada nesse artigo delineou-se a partir dessa realidade e teve como objetivo analisar 505 estudantes entre 10 a 14 anos, pertencentes a os níveis socioeconômico baixo, médio e alto de uma região multifinanceira do estado de São Paulo/Brasil. Utilizou-se um questionário estruturado que aborda o consumo televisivo e uso do dinheiro. São apresentadas 8 das 14 questões do instrumento. A pesquisa possui um desenho descritivo comparativo transversal, com análise qualitativa e quantitativa. Os dados foram tabulados pelo programa estatístico SPSS, versão 13.0. Foi realizada uma análise exploratória para identificar as variáveis de controle e uma análise descritiva com apresentação de frequências absoluta e relativa para as variáveis categóricas. O nível de significância para os testes estatísticas foi de 5%, p=0,05. As proporções foram comparadas pelo Qui-Quadrado, e para a comparação de medidas contínuas ou ordenáveis entre os grupos foi utilizado o teste de Kruskal-Wallis. Os dados demonstram que os participantes recebem dinheiro de seus pais, compram quase sempre os mesmos item, decidem sozinhos a respeito de suas compras, solicitam os mesmos itens como presente, sabem procurar informações sobre o que desejam comprar, assistem aos comerciais e lembram-se daqueles relacionados com entretenimento e bebidas.
Keywords: consumo, dinheiro, socialização econômica, educação econômica, adolescentes, pré-adolescentes

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Publicidade e obesidade infantil

http://www.youtube.com/watch?v=LAXjwSoCxwg&feature=related
Um alerta para as famílias sobre a relação entre publicidade na televisão e obesidade infantil. Além da legislação que deve ser mais rigorosa, temos que fazer a nossa parte. Click no link e vejam o filminho.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

E quando o filho faz um berreiro na frente de todos porque quer algo?

As crianças sabem o que querem. São especialistas em nos colocar em situações embaraçosas! É comum pais e mães pedirem ajuda sobre o que fazer com os escândalos que ocorrem em shoppings, supermercados, etc.. Bem, na verdade, todos já sabem o que fazer: é não ceder. O problema é que a gente pensa que deve ter uma receitinha mais suave para isso não acontecer. Então, vou relatar a história de uma garotinha e sua mãe.
"Mãe e filha de 6 anos foram numa feira de malhas e acessórios. Esse tipo de feira que todos gostam porque tem uma infinidade de coisas brilhantes e coloridas pedindo para serem compradas. Depois de caminhar pela feira, pararam num stande de relógios. Enquanto a mãe experimentava alguns, a filha se encantou um com reloginho da Hello Kitty e, por causa disso, não parava de cotucar e falar insessantemente que queria o relógio. A mãe pediu várias vezes que esperasse pois estava negociando o relógio que iria comprar para ela. De repente, a garota começou a chorar e bater os pés no chão, gritando descontrolada: "EU QUERO O RELÓGIO, EU PRECISO DESSE RELÓGIO, EU QUERO, EU QUERO!". A mãe não teve dúvidas, fez a negociação do relógio dela, pagou, olhou para a filha e disse: - Você poderia ganhar esse relógio mas não vai, porque fez esse escândalo e não precisava disso. Eu não vou comprar e vamos embora. A filha ficou indignada e chorava mais ainda, andando atrás da mãe, num berreiro sem fim, até que cansou e percebeu que realmente a mãe não iria ceder. A mãe ficou com o coração apertadinho e com muita vergonha, pois as pessoas olhavam "feio" para ela, como se estivesse maltratando a filha. Mas, ela sabia que se fizesse a vontade dela naquele momento, a filha poderia passar a agir assim sempre que quisesse algo".
Bem, as crianças querem ter certeza de que não é NÃO!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Classe C e gente inteligente

Acabei de ler um artigo  publicado na Folha de São Paulo, não sei de que dia. Mas, o estudante de Letras, Leandro Machado, retratou a realidade da classe "C" com muita perspicácia e bom humor como as pessoas são manipuladas e subvalorizadas pela mídia. Vender a qualquer custo nos faz reféns de uma subcultura criada para que ninguém pense. Ah, clique duas vezes em cima do texto para ver melhor!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Quando a criança fica "doente" por causa de um brinquedo

Hoje eu ouvi uma história que vale à pena contar.
A filhinha de 4 anos pediu aos pais uma botinha que viu na televisão. Como eles não tinham dinheiro, um desempregado e o outro assumindo todas as despesas de casa, explicaram que não podiam comprar. Bem, depois de alguns dias, a menina começa com febre alta (acho que já vi esse filme!). Levam ao médico e ... como era de se esperar, não tem nada. Até que, os pais têm a ideia de comprar a botinha em várias vezes no crediário e com isso a febre passou e tudo ficou bem novamente. E agora? O que fazer? Vou explicar algumas coisas que podem ajudar. Com essa idade, a criança vive um simbolismo maravilhoso, saudável e que a ajuda a lidar com os desafios de adaptação ao mundo em que vive. Ela acredita em fadas, monstros, princípes e princesas. A garotinha viu essa botinha pela primeira vez  no pé de uma encantadora princesa num lindo comercial da TV todo rosa e brilhante. Fantasia é sinônimo de realidade para crianças de 2 a 8 anos, ou mais, portanto, não ter a botinha, significa que ela não poderá ser princesa. Bem, podemos fazer nossos filhos serem heróis e princesas brincando.  Casa e escola podem ser um espaço para o faz-de-conta. Precisamos estar atentos às mensagens que nossas crianças estão expostas, muitas vezes, elas só querem brincar de "ser princesas" e como tudo é possível no faz-de-conta, posso usar qualquer sapatinho mágico que está guardado num grande armário secreto no quarto ... Precisamos conversar com as crianças, fazer perguntas, observar o que houve em casa ou na escola. Nem sempre é fácil descobrir o que houve, para esse caso essa alternativa é muito viável e, para outras, provavelmente!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Quando a criança ocupa espaços que não são dela

Carla estava fazendo aniversário, 20 anos. E sua irmã, de 30 e o filho João de 3 anos foram comprar o presente para a querida tia. Na loja a mãe ficou com pena do filho João que não ia ganhar nenhum presente e, comprou um presente para que ele ficasse feliz! À noite, todos se reuniram na casa da aniversariante. Mas, João queria os todos presentes e os cumprimentos. Bem, é natural que a criança queira todas as atenções, ela está num período que chamamos de egocentrismo. No entanto, temos que estabelecer os limites! Limites temporais: saber esperar o seu aniversário; limites pessoais: ficar feliz com a felicidade dos outros. A criança precisa ser orientada para entender que existem diversos momentos na vida e que alguns são especiais para outras pessoas e não, especialmente, para ela. Comprar um presente para que a criança fique feliz não significa amor. Aliás, amar seu filho não basta! É preciso explicar os diferentes acontecimentos que o rodeiam, aceitar que ele gostaria que o aniversário fosse o dele, que seria delicioso ganhar muitos presentes e que vai ser muito legal esperar pelo seu dia. E agora, devemos comemorar e ficar muito alegres pois é o dia em que a "tia Carla" nasceu e que isso foi um presente para todos nós. Devemos ser resistentes para que as crianças cresçam adultos saudáveis e conscientes dos limites necessários para viver com outras pessoas. As histórias postadas são relatos reais que pais, professores e amigos têm-me enviado. Se você tiver algo para contar, escreva.

sábado, 28 de abril de 2012

Você já ficou feliz por estar comprando?

1ª Historinha Várias amigas foram a um passeio muito "especial" na rua 25 de março em São Paulo. Essa rua é conhecida pela variedade de produtos e preços baixos. Na volta, é lógico, todas estavam com várias sacolas, menos uma das garotas. A pergunta que lhe fizeram foi: Ju, você está feliz? E a Ju responde - EU tô, por quê?!- Porque vc só está com uma sacolinha!!!! O neuro-marketing tem investido em pesquisas muito minuciosas e técnicas sobre o funcionamento e reações do cérebro humano em situações de compras. Uma das informações que me chamou atenção foi o fato de que o prazer da compra dura alguns segundos. Tempo suficiente para pegar sua sacolinha e sair da loja. Então, quanto mais você compra, mais "possibilidade em ser feliz" você tem por poucos segundos. A felicidade é um processo de construção. Não uma mercadoria exposta numa vitrine. Pense nisso na sua próxima compra e reaja!

terça-feira, 24 de abril de 2012

As histórias de quem trabalhou o consumo na Páscoa - Parte B

Como interferir em opiniões que os pequenos apresentam e que nos deixam tão desconcentados? Em relação ao garotinho que só fica feliz se ganhar 10 ovos de Páscoa, podemos interferir nessa lógica consummista e questionar algumas coisas, como por exemplo:- Quando você brinca, vai passear, fica no colinho da mamãe, você não é feliz? A felicidade tem que ser pensada como algo contínuo, um processo permanente que faz parte de nossas vidas. Outra história: A professora, diante da quantidade de ovos que as crianças ganharam, fala: Mas a gente precisa de todos esses ovos? O que vocês fazem com tudo isso? E as crianças respondem: - Quem come no fim é o meu pai e a minha mãe. - Fica no freezer. - Já até estragou. Mas, diz a professora, ninguém lembrou de doar algum ovo para uma pessoa ou criança? Vamos ver se vocês sabem a resposta? Realmente, nenhuma criança, ou família havia se lembrado de doar o excesso de ovos.

domingo, 22 de abril de 2012

As histórias de quem trabalhou o consumo na Páscoa - Parte A

Agradecemos, em primeiro lugar, a confiança dos professores e pais que aceitaram nossas sugestões e trabalharam com seus alunos e filhos ideias não consumistas. Temos algumas histórinhas que ocorreram nesses momentos para contar. 10 para ser bem feliz! 1ª História A professora está conversando com sua turminha de 4 anos. E pergunta: - O que vocês preferem ganhar? Um ovo que só tenha chocolate ou um ovo que tenha brinquedo? Uma garotinha responde: Brinquedo A professora pergunta: Por quê? Garotinha: Porque chocolate engorda. 2ª História Para a mesma pergunta um garotinho responde: - Eu quero brinquedo, mas eu só me contento quando chegar no 10! A professora pergunta: - COmo assim? E ele responde: Eu só fico feliz se eu tiver 10 ovos! E minha mãe dá os 10 para eu ficar bem feliz! E depois eu ganho da minha avó, da minha madrinha, da minha tia ... Esses exemplos mostram que exatamente a influência do meio na educação das crianças e, mais ainda, ações de pais que reforçam comportamentos atrelados ao "ter" para ser feliz.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Como sanar dívidas

Você ganha pouco ou fica sem dinheiro porque não sabe onde gasta?
Não há solução mágica, a disciplina é fundamental para colocar as contas em dia.
Siga as dicas e empenhe-se em uma vida mais tranquila e sem os sobressaltos dos imprevistos financeiros.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Consumo, natureza e sustentabilidade

Mais um belíssimo clip sobre a destruição da natureza. Aja rápido,consuma menos e preserve mais. Sabia que somente 5% da população brasileira recicla seu lixo? Precisamos conscientizar ainda 95% da população. O que você fez hoje em prol de um mundo melhor?

terça-feira, 22 de março de 2011

Dia Mundial da Água: 22 de março,

Talvez eu não passe por dias nos quais não terei água para beber. Não consigo imaginar que meus netos fiquem sem um banho gostoso e refrescante ou que meus bisnetos tenham porções racionadas de água para beber. Ai meu Deus! Quanto engano. Isso já está acontecendo. Ou seja nem todas as pessoas do mundo têm água para beber. O que você pode fazer? Click no título e assista um vídeo.

sexta-feira, 18 de março de 2011

26 de março, às 20:30 - 1 hora sem luz

Junte-se ao maior evento voluntário do mundo. Faça a diferença e apague as luzes no dia 26/03 às 20:30, por uma hora. Esse movimento chamado, Earth Hour é promovido pelo Instituto WWF-Austrália contra o aquescimento global. O objetivo é aumentar a consciência mundial sobre as mundanças climáticas e demonstrar como pessoas trabalhando juntas podem proporcionar mudanças contra o problema global. Click no título para ver o vídeo.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Dia Internacional do Consumidor

O Dia Internacional do Consumidor é comemorado em 16 de março. O Instituto Alana promove alguns debates sobre criança, propaganda, consumismo. Confira no cronograma.É só clicar no título

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Materiais novos para iniciar as aulas?! NÃO!

Inicia-se mais um ano letivo. E é muito comum a troca de todos os materiais escolares: lápis, borracha, apontador, cadernos, mochila... E por aí a fora. É bom lembrar que temos dois compromissos: um com o meio ambiente e o outro com a educação do consumidor. O primeiro diz respeito a importância de se reaproveitar todos os materiais/objetos que possuímos, em benefício de nós mesmos e, em consequência, do meio ambiente também. O segundo porque é um ótimo momento para dizer NÃO. Não ao consumo impulsivo de nossos filhos que querem materiais novos. Não ao desejo de comprar materiais ilustrados com personagens famosos de TV ou de desenhos animados.
Procure observar que há alguns cadernos do ano passado que estão pouquíssimo utilizados e que podem dar sequência às anotações das crianças e adolescentes. Uma capa nova pode ajudar a deixá-lo com outra cara. O estojo e a bolsa podem ser lavados e ficarão parecendo muito mais novos. Lembre-se também de que, se um ou outro material necessitar de reposição, ao longo do ano, você, com certeza conseguirá um preço muito melhor do que os praticados agora. Então, coloque a ideia em prática.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Consumo X Consciência X Sustentabilidade

O Instituto Akatu acaba de divulgar uma pesquisa sobre consumidores conscientes realizada no 2º semestre de 2010. Os dados demonstram que de 2006 a 2010, manteve-se estável em 5% o percentual de consumidores conscientes. E aumentou o índice de consumidores indiferentes. Leia mais detalhes no link, clicando no título.