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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Felicidade a todo custo. Geração Y

Ultimamente eu ando soltando o verbo. Sabe quando você cansa de ver pais APAVORADOS porque seus lindos filhos não estão felizes o suficiente?! Ninguém é responsável pela felicidade de ninguém, somos responsáveis por fazermos o melhor de nós mesmos e sermos exemplos para os outros, inclusive nossos filhos. A "genialidade", "esperteza", "capacidade infinita de ser O BOM" é uma camada superficial de verniz com a qual muitos pais revestem seus filhos e, após algum tempo, os filhotes, expostos à intempéries da vida, ficam fragilizados e perdem o "brilho", tornando-se infelizes, incompetentes e impotentes para segurar a barra que é viver dia-a-dia e se estabilizar afetiva, emocional e financeiramente. O link abaixo é ótimo, demonstra a trajetória da  geração Y e sua dificuldade em ser feliz.
Ah, a receitinha básica para educar, na minha humilde opinião, continua a mesma: limites, conversa, frustração, carinho, conversa, compartilhamento ... coisas normais, que aprendi com minha mãe.
http://qga.com.br/comportamento/jovem/2013/09/porque-os-jovens-profissionais-da-geracao-y-estao-infelizes

domingo, 11 de dezembro de 2011

Conselhos descolados de um pré-adolescente sobre afetividade - Parte II

Eis nossoa amigo Edu novamente conosco. Ele me contou sobre a dificuldade que vários amigos enfrentam quando o assunto é garotas. E dá mais algumas dicas de como se aproximar delas.
- Procurar um assunto para conversar: quando isso se torna um pesadelo, o melhor é ficar perto e antenado quando garotos e garotas estão juntos. Ouvir sobre o que falam e tentar fazer um ou outro comentário sobre o assunto da roda. O duro é que os assuntos mundam rapidamente e a insegurança bate. Bem, não tem outro jeito,o melhor mesmo é ir tentando.
- No grupo, comece a puxar assunto sobre seriados que passam na TV, um filme novo, um livro, lançamento de celulares, propagandas legais, a chuva que cai, as matérias na escola. Pense nos assuntos em casa, quando está tranquilo e, imagine-se conversando para treinar.
- O jeito das garotas falarem é diferente, elas são mais suaves quando usam as palavras e, os garotos falam, às vezes, muito palavrão ou gírias as quais elas não estão acostumadas. Garota é diferente de garoto, é melhor se acostumar.
- Dá uma vergonha danada de encarar um grupo de meninas, pois elas NUNCA estão sozinhas, andam em grupo, em bando, parece que estão sempre se protegendo. Bem, nesse caso, tem que se aproximar de uma delas e pedir para que leve o recado de que você está afim de conversar com a garota de seus sonhos. Você também pode mandar um torpedo, um bilhete, uma bala, ficar atento às coisas que ela gosta e fazer comentários para impressionar. Use a imaginação cara! E aprenda a ser cavalheiro, elas gostam de ser bem tratadas.
Ah, os pais também podem ajudar e muito, procurando dar sugestões para aumentar a segurança do filho. E muita calma nessa hora. As mudanças são intensas e eles não precisam de julgamentos sendo chamados de fracos ou que precisam ser machos. Eles precisam que seus sentimentos sejam acolhidos para ser tornarem homens e não bruta montes inseguros que se escondem atrás de atos violentos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Conselhos descolados de um pré-adolescente sobre afetividade - Parte I

Qualquer fase que nossos filhos e alunos iniciam é difícil. Temos que reaprender o que é ser uma criança, um pré-adolescente, um adolescente. Isso significa que o aprendizado faz parte da nossa vida o tempo todo e o desafio em sermos professores e pais mais ainda.
Na fase da pré-adolescência, julgo ser importante estarmos atentos às transformações físicas, psicológicas e sociais que meninos e meninas passam. Inicia-se o jogo de exercício para serem socialmente aceitos, a conviência com o sexo oposto e a construção de estratégias de aproximação.
O garoto ou garota desinibido podem exceder em algumas ações e apresentar alguns comportamentos que, às vezes, são considerados por pais e professores inapropriados: gritar, abraçar com muita intimidade, expor o corpo em demasia, etc.. O contrário também acontece, fechar-se em si mesmo porque não consegue agir no mesmo padrão de exposição do grupo, não consegue estabelecer conversa com o sexo oposto, não se solta. Não devemos julgar pois é difícil entender os sentimentos dos pré-adolescentes quando agem dessa ou daquela maneira.
É por isso que todos eles necessitam de um espaço para conversar sobre o pensam sobre as situações que vivenciam.
Para entendê-los um pouco melhor, apresentamos hoje, um novo amigo nesse blog, o Edu, um garoto de 13 anos, que cursa o 7º ano (ele repetiu um ano) e alguns conselhos e comentários descolados de um pré-adolescente sobre diversos assuntos.
O tema de hoje é garotas

- É difícil entender uma garota.
- As amigas são muito agitadas, fazem muitas brincadeiras. Há aquelas que você gosta e que são calmas.
- Coloque uma menina na frente de um cara que ela não gosta, ela fica agitadíssima. E se ela gostar do cara, fica mais calma. Isso porque dá vergonha e ela pensa muito no que vai falar para causar efeito, o duro é quando não sai nada. A gente fica com a sensação de ser um pateta.
- Nessas situações o garoto deve ficar na dele, observando e se manter tranquilo assim consegue entender as diferenças entre os dois tipos de meninas.
- A melhor estratégia para conviver com elas é descobrir o que elas gostam: música, seriados, filmes, bandas e ser divertido. Não dá para ser palhaço. Mas tem que ser agradável.

Com essa nova seção do blog abrimos um canal de comunicação para aqueles que querem entender esses seres maravilhosos e também para que qualquer pré-adolescente e adolescente entre em contato com o Edu troque ideias com ele.
Aguardem, estou à procura de uma menina descolada para conversar conosco.

sábado, 10 de julho de 2010

"Para crescer tem que frustrar"

Entrevista com Cesar Ibrahim sobre a ilusão da felicidade a todo custo.
Para quem tem filhos, para quem convive com crianças, para quem tem dúvidas diante da vida e dos relacionamentos.