Eu gosto de animais, em especial, cachorros. Assistam esse vídeo lindo.
http://portaldodog.com.br/cachorros/noticias/cachorros-invisiveis-vistos-pela-primeira-vez/
O mundo globalizado exige novas alfabetizações. As crianças têm sido o foco da TV e propagandas. Elas ainda não se encontram preparadas para resistirem a tantas solicitações. Elas tudo querem comprar e ter. Como auxiliá-las não serem manipuladas? Por outro lado, os mesmos questionamentos podem ser feitos para a família. Ela consegue se organizar economicamente? Realiza orçamento e planejamento doméstico? Seus filhos participam desse processo? Estamos diante de novos desafios.
Seja bem vindo!
Seja bem vindo!
Garanto que vai gostar das informações sobre Educação Econômica e outras assuntos super atuais.
Não esqueça de se cadastrar para receber novas informações. Divulgue este blog para seus amigos. Suas sugestões serão sempre bem-vindas!
Um abraço
Maria
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Fantástico: Você é o que você sabe sobre o que come!
Mamães de plantão! Precisamos aprender a fazer perguntas. Elas não precisam ser complicadas. Uma perguntinha simples como essa "Quantos morangos têm um iogurte sabor morango?" gerou um vídeo fantástico, que nos mostra que, se continuarmos a ignorar nossos direitos, estaremos colocando em risco nossa saúde a de nossos filhos. Assista o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=fbN0rTz8YvY&feature=youtu.be&a.
Garanto que você vai amar o vídeo.
Garanto que você vai amar o vídeo.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
E quando meu filho faz um berreiro na frente dos outros?
Essa é uma pergunta comum. Os pais se sentem constrangidos demais diante dessa situação. Pudera!
Colocam sua autoridade em questão.
Para evitar essas situações, em primeiro lugar, é sempre bom conversar com o filho o que será comprado no supermercado antes de sair de casa.
Os pais podem ou não permitir que o filho escolha algo para comprar. Porque podem "não permitir"? Porque não deve ser regra comprar algo sempre que sai de casa.
Se os pais permitirem que o filho compre algo, deve estabelecer a quantidade e o preço, por exemplo, um produto, até R$5,00.
É bom evitar dizer que não vamos comprar "porque hoje não tem dinheiro" (a menos que isso seja verdade). Sugiro: Não vamos comprar porque não precisamos disso agora.
Esse tipo de comportamento auxilia a evitar os escândalos. E com persistência dos pais, o filho vai entendendo.
Mas e se ele se jogou no chão, etc.?? Bem, você pode chegar bem pertinho dele e dizer firmemente: "Você vai levantar sozinho ou quer ajuda?" Ou "Desse jeito é impossível conversarmos sobre o que você quer" Ou "Não consigo entender o que está acontecendo com esse berreiro todo". Se o filho já conhece seu ponto fraco, não vai ser fácil. Mas, essa atitude costuma ser um "elemento surpresa" para o filho porque foge do padrão de comportamento daquilo que os pais normalmente fazem.
Se for preciso, pegue seu filho no colo e saia do supermercado. Tenha calma em esperar até que ele fique tranquilo sem ameçá-lo com palavras. Depois explique que não dessa maneira que se resolve o problema, que você entende que ele queira um montão de coisas gostosas, mas que hoje não será possível.
Evite dizer palavras que procuram desculpar a situação para que as pessoas ouçam: "Não foi assim que te eduquei". "Você vai ver quando chegarmos em casa". Os pais falam isso porque estão morrendo de vergonha porque não conseguem controlar a situação. E para ser mais rápido, compram o que o filho quer e saem rapidinho do supermercado.
Isso é alimentar negativamente o comportamento.
Evite dizer palavras que procuram desculpar a situação na qual você se encontra para que as pessoas ouçam: "Não foi assim que te eduquei". "Você vai ver quando chegarmos em casa".
Os pais falam isso porque estão morrendo de vergonha porque não conseguem controlar a situação. E para ser mais rápido, compram o que o filho quer e saem rapidinho do supermercado.
Isso é alimentar negativamente o comportamento.
Respire fundo, sua coerência vai fazer diferença na vida de seu filho!
Colocam sua autoridade em questão.
Para evitar essas situações, em primeiro lugar, é sempre bom conversar com o filho o que será comprado no supermercado antes de sair de casa.
Os pais podem ou não permitir que o filho escolha algo para comprar. Porque podem "não permitir"? Porque não deve ser regra comprar algo sempre que sai de casa.
Se os pais permitirem que o filho compre algo, deve estabelecer a quantidade e o preço, por exemplo, um produto, até R$5,00.
É bom evitar dizer que não vamos comprar "porque hoje não tem dinheiro" (a menos que isso seja verdade). Sugiro: Não vamos comprar porque não precisamos disso agora.
Esse tipo de comportamento auxilia a evitar os escândalos. E com persistência dos pais, o filho vai entendendo.
Mas e se ele se jogou no chão, etc.?? Bem, você pode chegar bem pertinho dele e dizer firmemente: "Você vai levantar sozinho ou quer ajuda?" Ou "Desse jeito é impossível conversarmos sobre o que você quer" Ou "Não consigo entender o que está acontecendo com esse berreiro todo". Se o filho já conhece seu ponto fraco, não vai ser fácil. Mas, essa atitude costuma ser um "elemento surpresa" para o filho porque foge do padrão de comportamento daquilo que os pais normalmente fazem.
Se for preciso, pegue seu filho no colo e saia do supermercado. Tenha calma em esperar até que ele fique tranquilo sem ameçá-lo com palavras. Depois explique que não dessa maneira que se resolve o problema, que você entende que ele queira um montão de coisas gostosas, mas que hoje não será possível.
Evite dizer palavras que procuram desculpar a situação para que as pessoas ouçam: "Não foi assim que te eduquei". "Você vai ver quando chegarmos em casa". Os pais falam isso porque estão morrendo de vergonha porque não conseguem controlar a situação. E para ser mais rápido, compram o que o filho quer e saem rapidinho do supermercado.
Isso é alimentar negativamente o comportamento.
Evite dizer palavras que procuram desculpar a situação na qual você se encontra para que as pessoas ouçam: "Não foi assim que te eduquei". "Você vai ver quando chegarmos em casa".
Os pais falam isso porque estão morrendo de vergonha porque não conseguem controlar a situação. E para ser mais rápido, compram o que o filho quer e saem rapidinho do supermercado.
Isso é alimentar negativamente o comportamento.
Respire fundo, sua coerência vai fazer diferença na vida de seu filho!
quarta-feira, 27 de março de 2013
Consumo, solidariedade e Páscoa
O Centro Educacional Alcides de Paula Braga é uma escola pública municipal localizada na cidade de Monte Santo de Minas - MG. Lá, as ações para comemorar a Páscoa mobilizaram os alunos, professores, funcionários e pais para fazer o bem e refletir no concreto o significado da palavra "solidariedade". A Diretora, profª Neuza
Maria Rodrigues de Oliveira e a Coordenadora do Período Integral (Projeto
"Espaço Integral"), profª Daniela Merxede incentivaram toda equipe a se mobilizar por uma Páscoa não consumista e solidária. O resultado não poderia ser outro, a equipe de professores da escola se desdobrou para que as crianças compreendessem além das palavras o que é cidadania,
ética, moral e incentivando os alunos a não serem consumistas.
A Coordenadora Daniela, explica que:
- Este ano nós enfatizamos a solidariedade, partilha, transformação, mudança e paz. As crianças fizeram doações de mantimentos para o Hospital do Câncer de Barretos. Aqui nós estamos educando as crianças para o não consumismo.
Parabéns a todos da escola! A comunidade deve sentir-se orgulhosa por tudo o que conseguiu concretizar.
A Coordenadora Daniela, explica que:
- Este ano nós enfatizamos a solidariedade, partilha, transformação, mudança e paz. As crianças fizeram doações de mantimentos para o Hospital do Câncer de Barretos. Aqui nós estamos educando as crianças para o não consumismo.
![]() |
| Páscoa 2013 - Solidariedade e Amizade |
Viver a Páscoa é trabalhar no dia-a-dia para acabar com a fome, o desemprego, o analfabetismo, a violência
Nesta Páscoa participe deste gesto de solidariedade: doe copos descatáveis, papel higiênico, ou bolachas para o Hospital do Câncer de Barretos. Este é o nosso gesto concreto!
quarta-feira, 13 de março de 2013
Propaganda e a responsabilidade dos pais
Segue um texto bem humorado que nos chama atenção sobre nosso papel de pais/mães e a publicidade para crianças. Vale a pena lê-lo.
DESLIGA A TV E VAI COMER BRIOCHE!
http://infancialivredeconsumismo.com/index.php/desliga-a-tv-e-vai-comer-brioche/
DESLIGA A TV E VAI COMER BRIOCHE!
http://infancialivredeconsumismo.com/index.php/desliga-a-tv-e-vai-comer-brioche/
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Posted: 12 Mar 2013 04:00 AM PDT
Texto de Ana Júlia Portela*
Não entendo essas mães que reclamam da
publicidade infantil. Criam fan page nas redes sociais, exigem leis que
protejam a infância, cobram uma atitude do Conar e ficam enchendo o saco dos
publicitários. Será que elas ainda não se deram conta de que há um caminho mais
fácil? Até Maria Antonieta já sabia disso há duzentos e tantos anos.
Viram como é simples? Se desdenham do
pão, comam brioche, suas reclamonas! Sempre há uma segunda opção.
“Então quer dizer que, se desligarmos a
TV, a publicidade infantil vai parar de se aproveitar da ingenuidade das
crianças?”
Sim, mas isso só se aplica às crianças
cujos pais desligarem a TV.
“E as outras crianças? Que se danem?”
Mas que raio de mania é essa de se
preocuparem com as outras crianças! Cuidem dos seus filhos, vão pra casa e
façam ativismo de sofá, de preferência sem se levantar do sofá.
“Acontece que o marketing infantil não está só na TV. Está em quase tudo: internet, gibi, outdoor, panfletos. Tudo contaminado.”
Mas vocês têm opção: desliguem a
internet, o outdoor, os gibis. E, sobretudo, desliguem a TV.
“Mas se todas as mães desligarem a TV,
não vai ser ruim para os publicitários? As crianças não veriam mais a
publicidade dirigida a elas…”
Exato. A publicidade infantil iria
acabar, porque os anunciantes não teriam retorno.
“Então por que os publicitários nos
mandam desligar a TV?”
Ei, você não levou a sério esse papo de
comer brioche, levou?
*Ana Julia Portela é
mãe, professora, violoncelista, estilista, pós-graduada em Psicomotricidade
pela PUC-Minas e autora do blog Ensine seu filho.
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domingo, 27 de janeiro de 2013
Lançamento de livro
É com grande prazer que anuncio o lançamento do livro A escola contemporânea e os novos desafios aos educadores, organizado pela professora Luciana Maria Caetano e publicado pela Editora Paulinas. Nele apresento um dos capítulos entitulado "
FAMÍLIA, FILHOS
E CONSUMO, RELAÇÃO EQUILIBRADA? ".
O principal objetivo deste livro é levar o leitor a refletir sobre temáticas que os autores, docentes de diversas universidades do Brasil, compreendem como novos desafios ao educador na escola atual, tendo como referencial teórico os estudos de Jean Piaget sobre a epistemologia genética e o desenvolvimento humano.
Luciana Maria Caetano discute a questão do respeito nas relações interpessoais na escola e na família;
Betânia Alves Veiga Dell Agli escreve acerca da vontade como regulador afetivo, pensando na ausência de interesse, envolvimento e atenção nas aulas;
Heloisa Helena Genovese de Oliveira Garcia trata da construção de relações cooperativas pensando em boas intervenções do professor partindo de atividades lúdicas;
Maria A. Belintane Fermiano reflete sobre o problema do consumismo que ronda filhos, famílias e chega às escolas transformando-as em objeto de mercado;
Fernando Augusto Bentes de Souza disserta sobre o amor - a principal virtude na profissão de educador;
e Solange Franci Raimundo Yaegashi aborda o desafio da promoção do desenvolvimento cognitivo dos alunos discutido à luz das dificuldades de aprendizagens.
A intenção é contribuir com a formação e a reflexão de estudantes de Pedagogia, de professores e demais interessados, apresentando os resultados das pesquisas relacionadas a aspectos cognitivos, afetivos, morais e sociais de crianças e jovens, de maneira bastante acessível, para que a leitura seja a um só tempo, enriquecedora, formativa e incentivadora de transformações do agir docente, bem como fonte de novas ideias e novos questionamentos.
O principal objetivo deste livro é levar o leitor a refletir sobre temáticas que os autores, docentes de diversas universidades do Brasil, compreendem como novos desafios ao educador na escola atual, tendo como referencial teórico os estudos de Jean Piaget sobre a epistemologia genética e o desenvolvimento humano.
Luciana Maria Caetano discute a questão do respeito nas relações interpessoais na escola e na família;
Betânia Alves Veiga Dell Agli escreve acerca da vontade como regulador afetivo, pensando na ausência de interesse, envolvimento e atenção nas aulas;
Heloisa Helena Genovese de Oliveira Garcia trata da construção de relações cooperativas pensando em boas intervenções do professor partindo de atividades lúdicas;
Maria A. Belintane Fermiano reflete sobre o problema do consumismo que ronda filhos, famílias e chega às escolas transformando-as em objeto de mercado;
Fernando Augusto Bentes de Souza disserta sobre o amor - a principal virtude na profissão de educador;
e Solange Franci Raimundo Yaegashi aborda o desafio da promoção do desenvolvimento cognitivo dos alunos discutido à luz das dificuldades de aprendizagens.
A intenção é contribuir com a formação e a reflexão de estudantes de Pedagogia, de professores e demais interessados, apresentando os resultados das pesquisas relacionadas a aspectos cognitivos, afetivos, morais e sociais de crianças e jovens, de maneira bastante acessível, para que a leitura seja a um só tempo, enriquecedora, formativa e incentivadora de transformações do agir docente, bem como fonte de novas ideias e novos questionamentos.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Marieanela Denegri: escolhida como personalidade mundial
A professora Marianela Denegri Coria, da Universidad de la Frontera, UFRO-Chile, foi reconhecida como personalidade mundial por seus trabalhos voltados a pesquisas com o consumo, educação econômica, socialização e alfabetização econômicas na América Latina. Eleita pela organização Marquis Who's Who dentre 5.000 mil personalidades, que observou suas contribuições na área das Ciências Sociais. Registro aqui minha homenagem a essa querida professora com quem eu aprendo tanto e que ampliou significativamente minha visão de mundo e proporcinou a oportunidade de trabalhar com temas significativos para as famílias: consumo, infância e família.
Segue o link, para maiores informações:

http://www.ufro.cl/index.php?option=com_content&view=article&id=834%3Ainvestigadora-ufro-es-reconocida-como-personalidad-mundial-segun-organizacion-marquis-whos-who&catid=3%3Adestacado&Itemid=215#.UPdDcrWNkPw.facebook
Segue o link, para maiores informações:
http://www.ufro.cl/index.php?option=com_content&view=article&id=834%3Ainvestigadora-ufro-es-reconocida-como-personalidad-mundial-segun-organizacion-marquis-whos-who&catid=3%3Adestacado&Itemid=215#.UPdDcrWNkPw.facebook
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Crianças, adolescentes e consumo
Eu e minha amiga Sonia Bessa, tivemos o prazer de termos nossa pesquisa sobre adolescentes e a utilização do dinheiro no Congresso CTC 2012, que aconteceu na Itália nesse mês de dezembro.
Nele, tivemos o prazer de conhecer as italianas Ana Berti e Ana Bombi, que pesquisaram sobre como se desenvolvem as noção econômicas de crianças sob a perspectiva piagetiana.
As pesquisas sobre socialização econômica têm tomado uma dimensão muito interessante e alargam-se cada vez mais as fronteiras das temáticas que envolvem crianças, pré-adolescentes e adolescentes.
Abaixo, apresento o resumo da pesquisa.
Nele, tivemos o prazer de conhecer as italianas Ana Berti e Ana Bombi, que pesquisaram sobre como se desenvolvem as noção econômicas de crianças sob a perspectiva piagetiana.
As pesquisas sobre socialização econômica têm tomado uma dimensão muito interessante e alargam-se cada vez mais as fronteiras das temáticas que envolvem crianças, pré-adolescentes e adolescentes.
Abaixo, apresento o resumo da pesquisa.
Torna-se cada vez mais comum ver que
crianças, pré-adolescente e adolescentes são tratados como clientes pelo
mercado, isso se deve ao crescente empoderamento, tanto financeiro, pois eles
possuem dinheiro para seus gastos, como de opinião, pois influenciam colegas e
a família nas compras. A pesquisa apresentada nesse artigo delineou-se a partir
dessa realidade e teve como objetivo analisar 505 estudantes entre 10 a 14
anos, pertencentes a os níveis socioeconômico baixo, médio e alto de uma região
multifinanceira do estado de São Paulo/Brasil. Utilizou-se um questionário
estruturado que aborda o consumo televisivo e uso do dinheiro. São apresentadas
8 das 14 questões do instrumento. A pesquisa possui um desenho descritivo
comparativo transversal, com análise qualitativa e quantitativa. Os dados foram
tabulados pelo programa estatístico SPSS, versão 13.0. Foi realizada uma
análise exploratória para identificar as variáveis de controle e uma análise
descritiva com apresentação de frequências absoluta e relativa para as
variáveis categóricas. O nível de significância para os testes estatísticas foi
de 5%, p=0,05. As proporções foram comparadas pelo Qui-Quadrado, e para a
comparação de medidas contínuas ou ordenáveis entre os grupos foi utilizado o
teste de Kruskal-Wallis. Os dados demonstram que os participantes recebem
dinheiro de seus pais, compram quase sempre os mesmos item, decidem sozinhos a
respeito de suas compras, solicitam os mesmos itens como presente, sabem
procurar informações sobre o que desejam comprar, assistem aos comerciais e
lembram-se daqueles relacionados com entretenimento e bebidas.
Keywords: consumo, dinheiro,
socialização econômica, educação econômica, adolescentes, pré-adolescentes
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Procedimentos didáticos práticos em História
domingo, 25 de novembro de 2012
Mesa redonda com experts em Educação Econômica
Tenho a grata satisfação de registrar um momento muito especial, a mesa redonda em Educação Econômica, que ocorreu no XXV Encontro Nacional de Professores do Proepre, em Águas de Lindóia. Nela, participaram Valéria Cantelli, Sonia Bessa, Maria Belintane e Marianela Denegri. Apresentamos as pesquisas que estão sendo desenvolvidas no Brasil e Chile e a importância da educação financeira e para o consumo na vida das pessoas de todas as idades. O Laboratório de Psicologia Genética, coordenado pela profª Drª Orly Zucatto Mantovani de Assis, é pioneiro nos estudos de Educação Econômica (financeira e para o consumo) no Brasil. A parceira com a profª Drª Marianela Denegri, percursora da Educação Econômica na América Latina, da Universidade de La Frontera/Chile, é uma inestimável contribuição para nosso trabalho. Nossas pesquisas foram a base para o desenvolvimento de um programa de Educação Econômica nas escolas.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Black Friday! Eu preciso disso?!
Parece-me que está instituída em nosso país a sexta-feira negra. Adotamos uma tradição, que de longe, não é saudável para ninguém, porque se colocam à disposição, inúmeras mercadorias com "preços baixos" para que pessoas comprem sem que se precise delas. Me lembro que o ano passado um repórter perguntou a uma moça se ela havia comprado muitas coisas, ela, muito feliz respondeu "SIM". Daí a pergunta derradeira: Mas, você precisava de tudo o que você comprou? E sabem qual foi a resposta? Não precisava, mas estava tudo tão barato!
Antes de comprar verifique seu saldo e se o que pagará de juros não supera o preço do desconto. Pergunte-se se realmente precisa daquile produto, contenha seu impulso. Lembre-se que é bom pensar no exemplo que dará a seus filhos.
Eu não sou a favor de um dia que estimula as pessoas a comprarem como loucas só porque PARECE que o preço está baixo.
Pensem, senão vão amargar meses pagando essas contas e ao planeta vai custar centenas de anos para absorver seu lixo.
Antes de comprar verifique seu saldo e se o que pagará de juros não supera o preço do desconto. Pergunte-se se realmente precisa daquile produto, contenha seu impulso. Lembre-se que é bom pensar no exemplo que dará a seus filhos.
Eu não sou a favor de um dia que estimula as pessoas a comprarem como loucas só porque PARECE que o preço está baixo.
Pensem, senão vão amargar meses pagando essas contas e ao planeta vai custar centenas de anos para absorver seu lixo.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
A presença dos pais e entes queridos é um "bem" a ser dado para a criança
A companhia de pais e entes queridos é insubstituível para a criança! Não se menospreze, você é muito mais importante para seu filho do que presentes.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
6 de outubro é dia de alegria!
6 de outubro é dia de alegria!
Eu apoio o Instituto Alana e todas as iniciativas para uma infância saudável.
Eu apoio o Instituto Alana e todas as iniciativas para uma infância saudável.
Infância levada a sério
http://colegioamericana.wordpress.com/2012/10/05/maternal-i-manha/#gallery-2333-4-slideshow
Veja o link do Colégio Americana e as atividades com crianças de 2, 3 anos. Apoiamos toda iniciativa na qual o brincar, como instrumento de construção da identidade e do pensamento, seja privilegiado na formação da criança. Além do brincar espontâneo, as atividades de jogo simbólico dirigidas são ricas para que ela desenvolva, cada vez mais, habilidades para lidarem com o mundo. O trabalho do professor nesses momentos é de importância vital para auxiliar a criança a compreender melhor o mundo que a cerca.
Veja o link do Colégio Americana e as atividades com crianças de 2, 3 anos. Apoiamos toda iniciativa na qual o brincar, como instrumento de construção da identidade e do pensamento, seja privilegiado na formação da criança. Além do brincar espontâneo, as atividades de jogo simbólico dirigidas são ricas para que ela desenvolva, cada vez mais, habilidades para lidarem com o mundo. O trabalho do professor nesses momentos é de importância vital para auxiliar a criança a compreender melhor o mundo que a cerca.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Publicidade e obesidade infantil
http://www.youtube.com/watch?v=LAXjwSoCxwg&feature=related
Um alerta para as famílias sobre a relação entre publicidade na televisão e obesidade infantil. Além da legislação que deve ser mais rigorosa, temos que fazer a nossa parte. Click no link e vejam o filminho.
Um alerta para as famílias sobre a relação entre publicidade na televisão e obesidade infantil. Além da legislação que deve ser mais rigorosa, temos que fazer a nossa parte. Click no link e vejam o filminho.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Consumo, dinheiro e pesquisas
Esta semana o Grupo de Estudos de Educação Econômica - EDUCON/ LPG/FE/UNICAMP, participou do XXV Encontro Nacional de Professores do PROEPRE.
As professoras Daniela e Talita apresentaram um relato de experiência do grupo.
O tema foi: Como se sentem e o que fazem os pais diante dos pedidos de consumo dos filhos?
O levantamento de informações demonstrou que apenas 25% dos pais conseguem apresentar limites coerentes para os filhos de forma a não ceder aos inúmeros pedidos de compra que fazem.
Pequenos passos, grandes descobertas.
Parabéns às meninas.
As professoras Daniela e Talita apresentaram um relato de experiência do grupo.
O tema foi: Como se sentem e o que fazem os pais diante dos pedidos de consumo dos filhos?
O levantamento de informações demonstrou que apenas 25% dos pais conseguem apresentar limites coerentes para os filhos de forma a não ceder aos inúmeros pedidos de compra que fazem.
Pequenos passos, grandes descobertas.
Parabéns às meninas.
domingo, 9 de setembro de 2012
Primeiro hospital público para bicho já 'pede socorro'
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1150617-primeiro-hospital-publico-para-bicho-ja-pede-socorro.shtml
A primeira iniciativa para tratamento público, gratuito para animais, demonstra um quadro nada otimista sobre as condições de vida dos bichinhos.
Apesar de triste a realidade, é um importante passo para a melhoria da saúde dos animais.
Cliquem no link e leiam a reportagem.
A primeira iniciativa para tratamento público, gratuito para animais, demonstra um quadro nada otimista sobre as condições de vida dos bichinhos.
Apesar de triste a realidade, é um importante passo para a melhoria da saúde dos animais.
Cliquem no link e leiam a reportagem.
sábado, 11 de agosto de 2012
Sensibilização: o trabalho de formiguinha de uma professora comprometida
Recentemente recebi um e-mail de uma amiga e professora muito querida. Pedi autorização e estou publicando suas palavras para que possam ser um estímulo para o início da educação econômica em sua sala de aula.
"Li alguns posts de seu blog e achei bem interessante. Recentemente tenho me interessado pelo tema consumo e economia. Essa semana, conversei indiretamente sobre esse assunto com meus alunos, fiquei surpresa com alguns questionamentos, então, senti vontade de compartilhar.
Foram só 30 minutos onde não houve lápis, papel nem borracha.
Mas espero mesmo, que daqui alguns anos esses e mais outros 30 minutos sejam lembrados em algumas das decisões que eles fizerem.
Todos nós temos muito o que aprender!
Um carinhoso abraço!
"Li alguns posts de seu blog e achei bem interessante. Recentemente tenho me interessado pelo tema consumo e economia. Essa semana, conversei indiretamente sobre esse assunto com meus alunos, fiquei surpresa com alguns questionamentos, então, senti vontade de compartilhar.
Estou lendo O pequeno
príncipe com os pimpolhos, e quando chega o momento do drama com os baobás fiz
uma pausa para refletirmos sobre o pensamento do
príncipe de arrancar os baobás antes que cresçam e se enraízem.
A discussão foi
proveitosa e partimos para exemplos práticos do dia a dia como um problema de
saúde que se não devidamente tratado, torna-se mais
complicado... Enfim, logo caímos nas dívidas e a conversa foi parar no cartã
crédito.
Aproveitei a
oportunidade para explicar a o que é uma conta corrente e a diferença entre
crédito e débito. Durante nossa conversa as crianças perguntavam
coisas como:
–Mas o dinheiro da conta
corrente acaba?
- Então quando compra no
cartão tem que pagar?
- Se não pagar a fatura
depois fica mais caro?
Fiquei
contente com a participação e motivação da turma. Mas indignada em pensar o quão
distante estamos de uma educação financeira SIGNIFICATIVA. Crianças de
9 anos que já sabem tanto e perguntam coisas tão ingênuas. Ingênuas em parte, pois até
os adultos se esquecem que dinheiro acaba e se comprou tem que pagar!
Parei para
refletir na capacidade dos pequenos de compreender tantas coisas que lhe são
negadas dentro de casa e na sala de aula.
Isso não só
sobre finanças, mas alimentação, saúde...
A escola assume tantos
papéis que por vezes se perde na própria função.
“Perdemos” tempo com tanto
conteúdo e não separamos o necessário do urgente que é preparar para o conteúdo
da vida!Foram só 30 minutos onde não houve lápis, papel nem borracha.
Mas espero mesmo, que daqui alguns anos esses e mais outros 30 minutos sejam lembrados em algumas das decisões que eles fizerem.
Todos nós temos muito o que aprender!
Um carinhoso abraço!
Danielle
Pinheiro"
Bem, querida Dani, suas palavras mostram uma sensibilidade muito grande quanto ao compromisso que a escola deve ter na formação de crianças em pleno século XXI. Além disso, nos possibilita observar que as crianças possuem ideias originais a respeito do funcionamento do mundo e que, cabe a nós, ampliar os seus conhecimentos.
Obrigada por esse relato tão lindo que me incentiva ainda mais a me dedicar ao tema. Um beijo bem grande para você.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
E quando o filho faz um berreiro na frente de todos porque quer algo?
As crianças sabem o que querem. São especialistas em nos colocar em situações embaraçosas! É comum pais e mães pedirem ajuda sobre o que fazer com os escândalos que ocorrem em shoppings, supermercados, etc.. Bem, na verdade, todos já sabem o que fazer: é não ceder. O problema é que a gente pensa que deve ter uma receitinha mais suave para isso não acontecer. Então, vou relatar a história de uma garotinha e sua mãe.
"Mãe e filha de 6 anos foram numa feira de malhas e acessórios. Esse tipo de feira que todos gostam porque tem uma infinidade de coisas brilhantes e coloridas pedindo para serem compradas. Depois de caminhar pela feira, pararam num stande de relógios. Enquanto a mãe experimentava alguns, a filha se encantou um com reloginho da Hello Kitty e, por causa disso, não parava de cotucar e falar insessantemente que queria o relógio. A mãe pediu várias vezes que esperasse pois estava negociando o relógio que iria comprar para ela. De repente, a garota começou a chorar e bater os pés no chão, gritando descontrolada: "EU QUERO O RELÓGIO, EU PRECISO DESSE RELÓGIO, EU QUERO, EU QUERO!". A mãe não teve dúvidas, fez a negociação do relógio dela, pagou, olhou para a filha e disse: - Você poderia ganhar esse relógio mas não vai, porque fez esse escândalo e não precisava disso. Eu não vou comprar e vamos embora. A filha ficou indignada e chorava mais ainda, andando atrás da mãe, num berreiro sem fim, até que cansou e percebeu que realmente a mãe não iria ceder. A mãe ficou com o coração apertadinho e com muita vergonha, pois as pessoas olhavam "feio" para ela, como se estivesse maltratando a filha. Mas, ela sabia que se fizesse a vontade dela naquele momento, a filha poderia passar a agir assim sempre que quisesse algo".
Bem, as crianças querem ter certeza de que não é NÃO!
"Mãe e filha de 6 anos foram numa feira de malhas e acessórios. Esse tipo de feira que todos gostam porque tem uma infinidade de coisas brilhantes e coloridas pedindo para serem compradas. Depois de caminhar pela feira, pararam num stande de relógios. Enquanto a mãe experimentava alguns, a filha se encantou um com reloginho da Hello Kitty e, por causa disso, não parava de cotucar e falar insessantemente que queria o relógio. A mãe pediu várias vezes que esperasse pois estava negociando o relógio que iria comprar para ela. De repente, a garota começou a chorar e bater os pés no chão, gritando descontrolada: "EU QUERO O RELÓGIO, EU PRECISO DESSE RELÓGIO, EU QUERO, EU QUERO!". A mãe não teve dúvidas, fez a negociação do relógio dela, pagou, olhou para a filha e disse: - Você poderia ganhar esse relógio mas não vai, porque fez esse escândalo e não precisava disso. Eu não vou comprar e vamos embora. A filha ficou indignada e chorava mais ainda, andando atrás da mãe, num berreiro sem fim, até que cansou e percebeu que realmente a mãe não iria ceder. A mãe ficou com o coração apertadinho e com muita vergonha, pois as pessoas olhavam "feio" para ela, como se estivesse maltratando a filha. Mas, ela sabia que se fizesse a vontade dela naquele momento, a filha poderia passar a agir assim sempre que quisesse algo".
Bem, as crianças querem ter certeza de que não é NÃO!
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