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Maria



terça-feira, 20 de março de 2012

Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores: Parte V

4º Pratique a consistência: seja firme em suas ações e deixe claro seus valores.
Ajudar seu filho a se tornar uma criança do bem e para o bem deve ser a prioridade. As boas ações devem ser valorizadas, pois geram uma sensação de satisfação e de felicidade necessária para a construção de valores.
Ajude as crianças a pensarem:
Como as crianças que não ganham os ovos se sentem?
Ou como é a vida de uma criança cujos pais não podem comprar os ovos de chocolate que elas desejam?
Converse sobre a possibilidade da doação de alguns dos ovos que receber. Escolham juntos uma instituição para entregar os ovos. Programe uma visita, fotografe o contato com as crianças, contem sobre essa iniciativa para os avós, tios e os incentivem a fazerem a mesma coisa. Divulguem suas boas ações.
Ah! Se ainda restar dúvida sobre se deve ou não ceder aos pedidos de consumo do seu filho...
Lembre-se que o excesso desses pedidos podem ser um alerta para o vazio afetivo que cresce na vida dele.
Lembre-se do que realmente eles precisam: uma boa saúde, educação, apoio, respeito, confiança, tempo de convivência com os pais e familiares.
Então, nessa Páscoa, comece a cultivar um tempo extra para ficar com os filhos. Plante a semente de uma vida com mais harmonia. A convivência familiar com as crianças sempre foi o maior de todos os presentes.
Feliz Páscoa! Feliz vida nova!
Maria Belintane e Valéria Cantelli

Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores - Parte IV

Depois diga: - “Hoje não viemos para comprar ovos, mas colocaremos esse ovo na sua lista de pedidos de Páscoa”.
Mas com isso não espere que as crianças concordem protamente e lhes dêem um largo sorriso e não fiquem desapontadas. A frustração faz parte do processo de crescimento, o que não significa comportamentos de desrespeito e má educação.
A escolha de qual ovo comprar também não é uma tarefa fácil. A variedade de oferta e os apelos publicitários fazem com que as crianças tenham dificuldade de escolher. As surpresinhas que acompanham os ovos fazem com que elas se concentrem mais no brinquedinho do que no chocolate propriamente. Então ensine a criança a escolher. As ajude a analisar os preços, a verificar a quantidade de chocolate, a pensar nos outros brinquedos do mesmo tipo que ela já tem, etc.

Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores - Parte III

3º Concentre-se nas necessidades e não nas vontades das crianças: embora frequentemente nos deparemos com os constantes “eu quero”. O modo para lidar com esse comportamento de insaciedade é ensinar-lhes desde cedo a diferenciar necessidade de desejos. Isso é difícil e por um longo tempo somos nós pais e mães que precisamos auxiliar os filhos a diferenciarem o que eles precisam e o que eles querem.
O fato de a criança expressar um desejo não implica que os pais tenham que responder prontamente com um sim ou com um não.
O primeiro passo é deixar claro o que pode e vamos comprar.
Importante também é definir limites que mostrem quais são os valores cultivados pela família.
Essas atitudes ajudam a criança a organizar-se internamente para reconhecer os limites e compreender que não precisa comprar sempre o que ser quer.
Nessa situação, sugira que a criança olhe todos os ovos em exposição e escolha o da sua preferência.

Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores - Parte II

2º Reconheça a manipulação dos pequenos e não ceda: os pedidos de compras de ovos acompanham a montagem dos estandes dos supermercados e acontecem a todo o momento, com base nos mais variados argumentos: “Faz muito tempo que não como ovo de chocolate...; A mãe de fulano comprou...; Meu amigo já ganhou...; Você não me ama...”.
Esteja preparado para os choramingos, resmungos, chantagens, carinhas de tristeza e birras. Esse comportamento de insistência mostra a capacidade de persuasão do seu filho e é comumente usado para alargar os limites e para conferir a nossa consistência e coerência. Ou seja, ele quer saber se NÃO é NÃO!
Em vez de sermão, suborno ou ameaça ofereça orientação. Ensine a criança a esperar, a cultivar as tradições, a acompanhar no calendário quantos dias faltam para a Páscoa, converse sobre o sentido dessa data e a envolva na decoração da casa, na elaboração de cartões, enfeites. Essas são excelentes oportunidades para aprender a esperar pelos presentes, a encantar-se com a brincadeira de encontrar os ovos.
O ditado já dizia: O melhor da festa é esperar por ela.

Páscoa e consumo: orientações para pais e educadores - Parte I

Gostaríamos de partilhar algumas ideias que podem ser utilizadas tanto por pais, como por professores em seus projetos pedagógicos. Serão V partes muito interessantes. Esse material foi elaborado por Maria Belintane e Valéria Cantelli.
Discutir valores, estabelecer vínculos de confiança e atitudes sustentáveis são um dos maiores desafios que as famílias vêm enfrentando na formação dos filhos.
Um bom exercício para o desenvolvimento de um novo comportamento de consumo é a comemoração da Páscoa que se aproxima.
A Páscoa é comemorada de diferentes formas de acordo com cada credo e o ponto em comum é o sentido de renascer para uma vida melhor.
Portanto, as experiências e questionamentos sobre um modelo de consumo consciente podem e devem começar desde cedo junto com os pais.
Invista em ações saudáveis e saiba como minimizar o estresse das compras de Páscoa, educando para o consumo consciente.
Se você é um pai ou uma mãe que fica dividido entre fazer as vontades dos filhos e gastar um valor que, talvez, não seja conveniente para o orçamento, convidamos a refletir sobre alguns pontos.
ALGUMAS DICAS:
1º Saiba dizer “não”: não tenha medo de com isso não ser uma boa mãe ou um bom pai. Como pais, queremos que nossos filhos sejam felizes. Mas às vezes esse desejo entra em conflito com a necessidade de colocar limites. A felicidade também implica em saber lidar com os “nãos” da vida, isso faz parte do processo de formação. A possibilidade de um “não” saudável começa quando reconhecemos os sentimentos da criança que se encanta com tantas variedades de ovos de chocolate.
Nessa hora, não entre em combate com a criança. Procure se comunicar na linguagem dos pequenos, considerando seus desejos e sua vulnerabilidade diante da pressão para comprar que a mídia exerce. Mas deixe claro o limite. Você pode dizer:
- Já pensou se a gente morasse num castelo cujo teto fosse como esse? Cheio de ovos de Páscoa? Teríamos chocolate para comermos a vida toda. Mas, esse ano vamos comprar um só, o mais gostoso de todos.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Convite para o grupo de estudos EDUCON - Educação Econômica

O Grupo de Educação Econômica, EDUCON, convida todos que possuem interesse em se aprofundar em temas como consumo, finanças, publicidade para crianças para a sua próxima reunião que será no dia 28/03, às 8:30, no Laboratório de Psicologia Genética, Faculdade de Educação, na UNICAMP.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O balé das flores

Sempre acreditei que as flores se abrem como um beijo numa manhã fria e suave.
O florescer de cada pétala corresponde a um lindo passo de balé, um movimento pleno de delicadeza e sensatez. Apreciar as inúmeras acrobacias que a natureza permite que uma flor e sua fragilidade realizem para chegar ao ápice de sua cor, perfume e forma é reconhecer a existência do divino.
Espero que aprecie um balé tão lindo. É só clicar no título.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Depressão pós-férias

Depressão pós-férias existe. Procure identificar se o seu problema é passageiro ou precisa de cuidados especiais. De qualquer forma, as dicas podem auxiliar a evitar entrar em situações de stress e manter uma vida mais saudável.
Click no título e veja a reportagem toda.

sábado, 28 de janeiro de 2012

BOOK: nova ferramenta de trabalho

Esse vídeo super criativo, traz argumentos contemporâneos para uma ferramenta que jamais se desatualiza. BOOK é apresentado com bom humor, inteligência e ainda se mantém como precurssor de ideias, hoje e sempre.

Conheça a exposição da ANDA em prol dos pássaros

Com o tema:Passarinho na gaiola não canta, lamenta. A ANDA promove uma ação de combate à exploração de pássaros. A Exposição promovida reúne 64 artistas brasileiros e estrangeiros e é possível ver todas as obras no site.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

12 a 19 anos, que idade é essa? Alguém me ajude!

Pais, educadores e pessoas que convivem com jovens entre 12 a 19 anos, desejam compreender como eles pensam.
Bem, sinto muito dizer, mas nós nunca iremos penetrar no íntimo deles. E gostaria de dar uns palpitinhos.
O que os jovens pensam é fruto daquilo que proporcionamos em sua criação familiar e escolar, mais as coisas que conseguem compreender e elaborar sozinhos. Pensar, falar e agir são capacidades que lhes fazem aproximar da vida adulta e é o desejo da maioria deles. A capacidade de refletir e observar a incoerência, principalmente daqueles que lhes são muito próximos, ou seja, os pais e os professores, é um delicioso desafio que gostam de encarar para demonstrar que são capazes de pensar como adultos. A isso podemos dar o nome de exercício do crescer.
É aí que mora o perigo, pois crescer exige acompanhamento e não rompimento. Respirar fundo inúmeras vezes é o exercício que todos devemos fazer. A autoridade não se constrói com autoritarismo. Os limites são construídos pelos pais e se há dificuldade em ser coerente, é preciso rever as atitudes pois elas podem ser as desencadeadoras de conflitos.
Para aqueles que querem controlar os filhos, deixo a verdade nua e crua, em algum momento, a vida vai mostrar que isso não deu certo.
Na verdade, nossos jovens não precisam de controle, precisam de pais atentos a tudo o que fazem, o que comem, com quem saem, se estão trocando a cueca, se continuam escovando os dentes, ver as notas do colégio e da faculdade, saber no que estão gastando seu salário, sua mesada e por aí vai. Saber tudo isso requer sabedoria e convivência íntima no cotidiano, como jogar conversa fora, rever fotos antigas, ou ver as fotos novas que seu filho tirou, ouvir aquela música (que você não suporta) e pedir para ele te explicar a beleza desse universo. Tolerar, eis a palavra mágica e que precisa de auto-controle para ser exercida.
Os filhos são nossos a vida toda e o tipo de herança que vamos deixar é uma decisão pessoal e intransferível.
De qualquer forma, leiam a reportagem da Revista Cláudia (clicar no título) e vejam outras informações.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Crédito e endividamento

Apesar dos especialistas acharem que a elevação do endividamento dos brasileiros em relação ao ano passado não ser um fato alarmante, é bom lembrar que, se de modo geral, isso AINDA, não afeta a economia do país, com certeza afeta a saúde do orçamento doméstico.
Quanto se compromete o salário, incentivado pelo crédito fácil, as pessoas estão desconsiderando ou mesmo, sequer lembrando, das taxas de juros que pagam no cartão de crédito (em média, 240% ao ano), do cheque especial (180% ao ano), e das nada suaves prestações de 20 meses ou mais.
Não se iludam,pensem antes de gastar, verifiquem se realmente precisam daquele produto. Junto com o crédito vão-se os sonhos de uma reforma na casa, o dentista do filho, o plano médico, uma viagem (emenda de feriado)e outras coisas que podem ser importantes para você e sua família.Quem tem que cuidar bem do seu dinheiro é você.
Se acredita que mereça comprar algo porque trabalhou muito, não se iluda, vai ter trabalhar mais ainda para pagar seu capricho.O pensamento é justamente o inverso, ou seja, já que você se esforçou, acordou cedo, foi estudar à noite para melhorar de vida, tem mais é que valorizar o dinheiro que ganha porque ele é MUITO SUADO! E não gastar adoiado. Pense bem e resista!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Conselhos descolados de um pré-adolescente sobre afetividade - Parte II

Eis nossoa amigo Edu novamente conosco. Ele me contou sobre a dificuldade que vários amigos enfrentam quando o assunto é garotas. E dá mais algumas dicas de como se aproximar delas.
- Procurar um assunto para conversar: quando isso se torna um pesadelo, o melhor é ficar perto e antenado quando garotos e garotas estão juntos. Ouvir sobre o que falam e tentar fazer um ou outro comentário sobre o assunto da roda. O duro é que os assuntos mundam rapidamente e a insegurança bate. Bem, não tem outro jeito,o melhor mesmo é ir tentando.
- No grupo, comece a puxar assunto sobre seriados que passam na TV, um filme novo, um livro, lançamento de celulares, propagandas legais, a chuva que cai, as matérias na escola. Pense nos assuntos em casa, quando está tranquilo e, imagine-se conversando para treinar.
- O jeito das garotas falarem é diferente, elas são mais suaves quando usam as palavras e, os garotos falam, às vezes, muito palavrão ou gírias as quais elas não estão acostumadas. Garota é diferente de garoto, é melhor se acostumar.
- Dá uma vergonha danada de encarar um grupo de meninas, pois elas NUNCA estão sozinhas, andam em grupo, em bando, parece que estão sempre se protegendo. Bem, nesse caso, tem que se aproximar de uma delas e pedir para que leve o recado de que você está afim de conversar com a garota de seus sonhos. Você também pode mandar um torpedo, um bilhete, uma bala, ficar atento às coisas que ela gosta e fazer comentários para impressionar. Use a imaginação cara! E aprenda a ser cavalheiro, elas gostam de ser bem tratadas.
Ah, os pais também podem ajudar e muito, procurando dar sugestões para aumentar a segurança do filho. E muita calma nessa hora. As mudanças são intensas e eles não precisam de julgamentos sendo chamados de fracos ou que precisam ser machos. Eles precisam que seus sentimentos sejam acolhidos para ser tornarem homens e não bruta montes inseguros que se escondem atrás de atos violentos.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Brincadeiras no Brasil

Conhecer as brincadeiras das crianças do Brasil,essa ideia maravilhosa foi pequisada pela Folha de São Paulo. Realizaram um levantamento de 750 brincadeiras de todas as regiões brasileiras. No site "Mapa do Brincar"(www.mapadobrincar.com.br), é possível encontrar vídeos, aprender as brincadeiras. Na "biblioteca" do site, tem sugestão de links, cd's, livros para crianças e adultos e teses de mestrado e doutorado sobre o brincar.
A sessão de "memórias" traz hhistória de pessoas e as brincadeiras de quando eram crianças.
Gandhy Piorski, na sessão "mestres", fala sobre os 4 elementos da natureza e quais as brincadeiras que correspondem e como é a interação das crianças.
É um site para pais, educadores compreenderem mais o brincar e proporcionar situações de brincar para filhos e alunos.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Não exagere nos sonhos de consumo neste final de ano - CBN

Mauro Halfeld dá alguns conselhos excelentes para a aplicação do 13º. Não seja imprudente, não gaste todo seu 13º porque você já tem compromissos suficientes para saldar ainda em 2011 e principalmente 2012.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

O brasileiro enquanto consumidor consciente

Os dados da pesquisa "Meaningful Brands for a Sustainable Future" realizada em 2008, sobre o comportamento consumidor oferecem informações interessantes sobre o consumidor brasileiro. A predisposição que os brasileiros apresentam quanto a sustentabilidade do planeta e ações socialmente sustentáveis são elementos que demonstram a necessidade de investimento programas de Educação Econômica.
Educação Econômica é muito mais do que educação financeira, é uma proposta para o desenvolvimento de estratégias eficientes (envolvendo adultos, jovens e crianças) para lidar com os desafios do mundo econômico (financeiro e do consumidor). Fica registrado que no Laboratório de Psicologia Genética, da Faculdade de Educação/UNICAMP, há um grupo pioneiro de estudos e pesquisas na área.

Novas alternativas sustentáveis ao uso do plástico

Vale a pena conhecer as pesquisas que estão sendo desenvolvidas para criar alternativas sustentáveis ao uso do plástico. Essa atinge as embalagens de alimentos. No entanto, também é bom estar ciente de que 10 anos de pesquisa tem um custo e esse acaba sendo repassado para o consumidor. Mas, por outro lado, o impacto ambiental positivo é incomensurável. Portanto, todos saem ganhando.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

É possível educar sem palmadas?

Estabelecer limites para os filhos tem se apresentado como um desafio cada vez maior para pais. Nessa reportagem, a Doutora Luciana Caetano fala sobre o assunto de modo esclarecedor e animador. É autora do livro "É possível educar sem palmadas? no qual apresenta uma série de sugestões para que os adultos conquistem autoridade sem autoritarismo.Vale a pena conferir.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Conselhos descolados de um pré-adolescente sobre afetividade - Parte I

Qualquer fase que nossos filhos e alunos iniciam é difícil. Temos que reaprender o que é ser uma criança, um pré-adolescente, um adolescente. Isso significa que o aprendizado faz parte da nossa vida o tempo todo e o desafio em sermos professores e pais mais ainda.
Na fase da pré-adolescência, julgo ser importante estarmos atentos às transformações físicas, psicológicas e sociais que meninos e meninas passam. Inicia-se o jogo de exercício para serem socialmente aceitos, a conviência com o sexo oposto e a construção de estratégias de aproximação.
O garoto ou garota desinibido podem exceder em algumas ações e apresentar alguns comportamentos que, às vezes, são considerados por pais e professores inapropriados: gritar, abraçar com muita intimidade, expor o corpo em demasia, etc.. O contrário também acontece, fechar-se em si mesmo porque não consegue agir no mesmo padrão de exposição do grupo, não consegue estabelecer conversa com o sexo oposto, não se solta. Não devemos julgar pois é difícil entender os sentimentos dos pré-adolescentes quando agem dessa ou daquela maneira.
É por isso que todos eles necessitam de um espaço para conversar sobre o pensam sobre as situações que vivenciam.
Para entendê-los um pouco melhor, apresentamos hoje, um novo amigo nesse blog, o Edu, um garoto de 13 anos, que cursa o 7º ano (ele repetiu um ano) e alguns conselhos e comentários descolados de um pré-adolescente sobre diversos assuntos.
O tema de hoje é garotas

- É difícil entender uma garota.
- As amigas são muito agitadas, fazem muitas brincadeiras. Há aquelas que você gosta e que são calmas.
- Coloque uma menina na frente de um cara que ela não gosta, ela fica agitadíssima. E se ela gostar do cara, fica mais calma. Isso porque dá vergonha e ela pensa muito no que vai falar para causar efeito, o duro é quando não sai nada. A gente fica com a sensação de ser um pateta.
- Nessas situações o garoto deve ficar na dele, observando e se manter tranquilo assim consegue entender as diferenças entre os dois tipos de meninas.
- A melhor estratégia para conviver com elas é descobrir o que elas gostam: música, seriados, filmes, bandas e ser divertido. Não dá para ser palhaço. Mas tem que ser agradável.

Com essa nova seção do blog abrimos um canal de comunicação para aqueles que querem entender esses seres maravilhosos e também para que qualquer pré-adolescente e adolescente entre em contato com o Edu troque ideias com ele.
Aguardem, estou à procura de uma menina descolada para conversar conosco.